Até cheguei meio tarde na Casa de Macau de São Paulo, lá pelas 15:30 hrs. Vi a rua quase vazia, poucos carros!!! O Régis (funcionário que fica de guarda do lado externo) logo me disse que a maioria já tinha ido embora e não sabia nada sobre candidaturas para as eleições. Imaginei, será que alguém se candidatou e todos sairam felizes, ou, novamente nenhuma candidatura? Apressei o passo e fui logo perguntando a um grupo de associados (que deixo de dar nomes) que se sentava numa mesa redonda. “Algum candidato”? Pelo que me responderam, “nada, nenhum candidato”. Nem para os Conselhos? “Nada”.
Tive que novamente constatar, não adiantava mais estender o prazo estendido, que não aparecerá nenhuma candidatura “nem à força”. Aí me disseram que, possivelmente o caso será levado para a Assembléia já convocada para 27/Fevereiro, mas com a finalidade de votação dos candidatos inscritos. Informações extra-oficiais e não confirmadas. Cautela, temos que esperar por um comunicado oficial da Casa! Não especule e nem imagine coisas adversas! Cautela e prudência. A situação, a rigor, é delicada. Exige-se bom senso!
Realmente é uma situação inédita na CMSP, e se calhar, até em todas as Casas. Não sei de notícias que falem de tal situação. Vi também que as candidaturas a Conselhos estão sempre atreladas a candidatura para a Presidência e Diretoria Executiva. Não adianta a qualquer um candidatar-se a Conselheiro Consultivo, exemplificando, se não houver a candidatura para o cargo principal.
Churrasco para reviver as raízes lusitanas – Enquanto a CMSP vive tal delicada situação, que alguém me comentou por e-mail lamentando a “falta de interesse pela continuidade”, e que infelizmente não posso deixar de comentar, pois é a função de um meio de comunicação, a comunidade macaense paulista se prepara para promover um convívio lusitano.
Na 3a. feira, dia 15, Mário Brandão, da direção da Fundação Oriente, em viagem de férias pelo Brasil,a convite particular do associado Gilberto Silva, aceitou participar de um churrasco que, segundo o promotor do convívio, reunirá pouco mais de 50 pessoas. Isso acontecerá na Casa de Macau de São Paulo, mas importante ressaltar que não é uma iniciativa da associação, e nem Mário Brandão fará a visita “oficialmente. O momento será bom para uma troca generalizada de idéias da atual situação da Casa e vou lá ver se tem algo interessante para anotar.
O convívio com o “dono da Casa”, mesmo que seja visita extra-oficial, meramente particular, é interessante depois de longa ausência da comunidade no convívio com o seu lado português. Para quem não sabe, a Fundação Oriente é proprietária do imóvel onde está instalada a Casa de Macau de São Paulo. Tecnicamente há um contrato de locação entre as partes, porém sem nenhum custo para a associação macaense, ou seja, na prática, não se paga nenhum aluguel/aluguer.
Volto para trazer umas imagens e o que se ouviu de todas as partes.