Tudo ok na Casa de Macau de SP

Para complementar os meus posts anteriores a respeito da situação peculiar acontecida na Casa de Macau de S.Paulo, na Assembléia de 27/02/2011, acabou candidatando-se no próprio dia, o Gilberto “Chito” Quevedo da Silva que já foi presidente 3 vezes.  Fez parte da comissão organizadora, também como presidente, que coordenou a fundação da Casa.  Essa situação peculiar era pela falta de candidatos a qualquer cargo durante 21 dias, após a 1a. data de encerramento de candidaturas.  Mesmo assim, a assembléia para a eleição dos candidatos foi realizada de qualquer jeito, e nela, o Gilberto acabou apresentando os nomes para os Órgãos Sociais, incluindo os conselheiros.  Penso que teve um trabalho enorme para convencer as pessoas. Espontâneamente parecia difícil. Eu decidi ficar fora de qualquer candidatura.  A diretoria do Gilberto tem ele como presidente. Rui Branco aparece como vice, Rolando Luz secretário, Frederico António como diretor financeiro (ou tesoureiro) e Francisco “Chico” Inácio como diretor social.

Oficialmente o mandato iniciou no dia 1º de Abril.  A Ata de posse foi assinada no domingo passado. Como conselheiros consultivos foram aprovados os nomes de Carlos Alberto da Silva Santos (o músico Charlie Santos), João Luís e Carlos Luís.  Para conselheiros fiscais ficaram Boaventura Luz, Aníbal Joaquim e Catarina Santos.

Lembro que li no Clarim, por ocasião do Encontro 2010, uma entrevista do presidente anterior que alimentava esperança de ver uma possível candidatura da Nova Geração nesta eleição.  Mas ficou só na expectativa e a boa vontade.  Na verdade os possíveis candidatos estão bem envolvidos na sua vida profissional que, nem sonhar, poderiam dispender o seu tempo para administrar a Casa de Macau local que tem uma grande estrutura. Penso que no máximo poderiamos alimentar esperanças na geração imediata, ou seja, aqueles que eram jovens há 20 anos atrás, para os quais, na época, não houve todo o aparato de hoje para a Nova Geração.  Naquela época, eles acompanhavam os seus pais nas atividades da Casa, mas, infelizmente, por motivos diversos, estão afastados.  Talvez devessemos investir neles, pois são o futuro da Casa ou das Casas nos próximos 20 anos.  A Nova Geração de hoje poderiam fazê-los companhia daqui a uns 15 anos.  Isto é, se até lá ainda existir a Casa de Macau com toda esta estrutura de hoje. Talvez não!

Outro dia, comentava com a minha esposa, se um dia as reservas financeiras da Casa estiverem próximo do vermelho e se tiver que abandonar a estrutura atual, ou coisa assim, pode até terminar fisicamente, mas … a gente começa tudo de novo !!! Se tomar como exemplo várias Casas dos EUA e Canadá, até uns tempos atrás, não havia sede, as atividades, festas, reuniões, aconteciam nos restaurantes, parques etc. E, na pior das hipóteses, porque não podemos nos reerguermos desse jeito e depois, vamos ver o que acontece e o que pode ser feito.  Assim, nada de ficar tão preocupado assim, se houver boa vontade e disposição, repito, “a gente começa tudo de novo”. Quanto a isso, podem contar comigo e julgo de muitos ou vários!!!

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