Vemos nos jornais de Macau e de Hong Kong a fartura de dinheiro na nossa terra Macau. Ficamos satisfeitos com o progresso e a evolução economica de Macau … que bom … há dinheiro de sobra, ao que parece. Felizes os residentes de Macau, bem merecem os cheques de subsídios. Não há como negar que Macau progrediu muito depois da transição. Colocou Las Vegas para trás, o que consequentemente, aumentou a receita para poder beneficiar os residentes. Até nós da Diáspora, falamos muito bem da nossa terra nos dias de hoje nos Países que nos acolheram.
Vi no JTM de hoje > (…) “Um ‘cidadão sénior’ poderá receber 45 mil patacas por ano, só através de apoios da Administração. Na soma entram o subsídio para idosos (6.000 patacas) mais a pensão mensal de velhice fixada em 2.000. Isto para além das 7.000 patacas de cheque, caso a pessoa seja residente permanente, e de 6.000 mil patacas que serão injectadas na conta da Poupança Central” (…)
Se perguntar não ofende, gostaria de perguntar sem segundas intenções ou provocar intrigas ou ser inoportuno ou incoveniente. Enquanto fiz parte da direção da Casa de Macau de São Paulo, participei de reuniões e ficamos aguardando notícias de subsídios às Casas de Macau e associações macaenses da Diáspora. Assim, pergunto – será que vai ter alguma coisa para nós, Macaenses da Diáspora? Ou seja para as Casas de Macau e associações macaenses da Diáspora? Pois em São Paulo, a Direção, pelo visto, está a tomar medidas de contenção de despesas para que as verbas que sobraram, desde o último cheque recebido antes da transição. Ou será que, estando fora da direção, não estou sabendo de alguma boa notícia a respeito? Nós da Diáspora, estamos ou não, colaborando para divulgar Macau pelas nossas associações? Podemos ter esperanças?