Cronicas Macaenses

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A dança da Terceira Idade, quando a idade não é o limite …

da esquerda: Telma Antunes Brito, Mariazinha Lopes Carvalho e Armando Sales Ritchie

Na festa de aniversário dos 22 anos da Casa de Macau de São Paulo em Agosto de 2011, o seu ressuscitado Grupo Teatral apresentou-se com uma divertida dança  como uma homenagem à Terceira Idade.

Idealizado por também gente da Terceira Idade: Mariazinha Lopes Carvalho e Armando Sales Ritchie, que atuaram, contou também com a participação especial da Telma Antunes Brito em visita a São Paulo, onde antes residia.  O público adorou o espetáculo e aplaudiu muito a apresentação.  Os três dançarinos estão de parabéns pois mostraram que idade não é justificativa para limite das atividades.  Gostei muito!!! Confiram …

* Macau foi uma colônia portuguesa na China até Dezembro de 1999, sendo devolvida para os chineses após cerca de 440 anos.

** Atualização 08/08/2013: o grupo se desfez com a volta do Armando para Macau, sua terra natal e a Telma por não mais residir no Brasil.  A Mariazinha ainda atua com a apresentação do dialecto macaense – patuá. Veja na coluna à direira suas atividades publicadas neste blog: em Macaenses > Gente > Mariazinha. Clique para ver todas as postagens relacionadas.

Comentários no You Tube:

– Juliana Moura: Estava fazendo uma pesquisa sobre dança sênior e me deparei com esse vídeo.. Simplesmente maravilhoso!!!

– mmarinamello: Parabéns queridos.  Continue porque quem para no tempo, morre cedo, velho ou jovem.  Bacana esta iniciativa. Vocês são exemplo.

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Rogério P. D. Luz, macaense-português de Macau, ex-território português na China, radicado no Brasil por mais de 40 anos. Autor dos sites Projecto Memória Macaense e ImagensDaLuz.

Sobre

O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

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