Muitos devem estar até “carecas” de tanto ver esta foto. Já está publicada na versão antiga do site Projecto Memória Macaense, mas a vantagem de um blog é que uma publicação “solta”. É como se fosse um diário, um caderno. Publica como quiser, enquanto que um site já é mais formal, atenta aos detalhes e mais completa. Assim, como recebi a foto do Francisco “Chico” Inácio (São Paulo) que eu brinco chamando-o de Chico Rebuçado, pois ele sempre tem um rebuçado/bala(Brasil) no bolso para te oferecer, e como achei que estava nítida, grande e com uma descrição bem detalhada, então decidi republicar aqui. Não custa nada e vale para aqueles que nunca viram a foto, pois tem muita gente conhecida, embora ainda criancinhas/putinhos(Portugal).
(clicar na foto para aumentar)
A propósito, andei olhando as revistas Macau do ano 1994 e vi matérias sobre o teatro de patuá e mais uma vez pairou na minha cabeça a pergunta “afinal de contas, que raios que a nossa malta tanto gosta de vestir-se de mulher em peças de teatro?” Muitos como a gente os conhece, não são nhonhas até gabirús(mulheres) e tanto e nem têm tendências homosexuais (nada contra e nem ridiculizar), mas muitos não hesitam em aceitar um convite para uma peça teatral e lá estão travestidos de senhoras, garotinhas, idosas etc. Aqui em São Paulo, temos 3 exemplos, até um vídeo de The Chopstick Sisters divulgado no Projecto Memória Macaense (dêm uma olhada no Guia de Vídeos). Aproveite e vejam também a peça teatral em patuá “O Passaporte”. Se tiver paciência, são 4 capítulos com 40 minutos de duração no total mas vale para umas boas risadas.
Aliás, tem uma matéria do Paulo Coutinho sobre o Dóci Papiaçám que fala que “reactivaram as récitas de patuá que não se viam em Macau desde 1977”, que irei publicar no Projecto Memória Macaense, com muitas fotos e numa delas, lá estava o grande amigo Luís Machado vestido de garota aeróbica no estilo de Phisical, com umbigo para fora. A peça era Liçám de aerobics. Morri de rir! Logo irei publicar após tentar juntar uma série de fotos relacionadas ao tema.
Rogério P D Luz, amante de fotografia, residente em São Paulo, Brasil. Natural de Macau (ex-território português na China) e autor do site Projecto Memória Macaense e o site Imagens DaLuz/Velocidade.


Memória - Bandeira do Leal Senado - para nunca ser esquecida -CIDADE DO SANTO NOME DE DEUS DE MACAU, NÃO HÁ OUTRA MAIS LEAL- Esta é a antiga bandeira da cidade de Macau do tempo dos portugueses, e que foi substituída após a devolução para a China em Dezembro de 1999
O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau (ex-território português na China por cerca de 440 anos e devolvida em 20/12/1999) sua história e sua gente.
Macaense – genericamente, a gente de Macau, nativa ou oriunda dos falantes da língua portuguesa, ou de outras origens, vivências e formação que assim se consideram e classificados como tal.
*Autoria de Rogério P.D. Luz,, macaense natural de Macau e residente no Brasil há mais de 40 anos.
Escrita: língua portuguesa mista do Brasil e de Portugal conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.


cartaz de Ung Vai Meng

O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

ESTE ANO, NA FESTA EM HONRA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS,A PROCISSÃO VOLTOU A SAIR À RUA Texto e fotografias de Manuel V. Basílio Este ano, realizou-se no dia 8 de Outubro, na igreja de São Lourenço, a festa em honra de Nossa Senhora dos Remédios, que até meados do século passado era a principal […]

Não poderia este blogue deixar de fazer mais um registo histórico de uma tradição mantida na Macau do ano de 2023, hoje, território da República Popular da China. Assim, o nosso colaborador, Manuel V. Basílio, macaense residente em Macau, nos dá o relato, com fotos, sobre a procissão de Nossa Senhora de Fátima realizada no […]

No Anuário de Macau do ano de 1962, nas páginas finais, vários anúncios publicitários encontravam-se publicados, os quais, reproduzimos abaixo para matar as saudades de quem viveu aquela época de ouro, ou então, para curiosidade daqueles que possam se interessar em conhecer, um pouco mais, aquela Macau de vida simples, sem modernidade, mas, mais humana.
Comentários