Cronicas Macaenses

Blog-magazine de Rogério P. D. Luz, de cara nova

Encontro dos Jovens Macau 2012

O Encontro dos Jovens Macau 2012 realizou-se em Macau de 08 a 14 de Abril de 2012.

Esta Página reúne os artigos publicados pela imprensa de Macau,  no Jornal Tribuna de Macau, Hoje Macau,  e outras publicações a especificar. Tem a função de arquivo e para eternizar a memória do evento para ser lida a qualquer época, porém o editor recomenda –

leia preferencialmente as notícias nos jornais especificados pelos links a seguir

Qualquer meio de comunicação detentora dos direitos autorais que discordar desta forma de publicação da sua matéria, queira comunicar este blog pelo e-mail rpdluz@yahoo.com.br para sua retirada desta Página. 

Jornal Tribuna de Macau – http://www.jtm.com.mo

Jornal Hoje Macau – http://www.hojemacau.com.mo

Jornal Ponto Finalhttp://pontofinalmacau.wordpress.com/

Macau Daily News – http://www.macaudailytimes.com.mo

Postagem publicada por este blog – Jovens Macaenses: “Um Grande Salto Para Frente”

clicar nas imagens para aumentar, e depois clique novamente com a lupa em +

Notícias de 16/04/2012

Jornal Tribuna de Macau – 16/04/2012

Notícias de 12/04/2012

Jornal Hoje Macau – 12/04/2012

Jovens macaenses estudam associação

Escrito por: Andreia Sofia Silva On 12 de Abril de 2012 (10:39) In Destaque, Sociedade

O II Encontro da Comunidade Juvenil Macaense iniciou ontem o dia de actividades com uma reunião com Rita Santos, secretária-geral adjunta do Fórum Macau, algo que indicia a entrada numa nova era de ligações entre a segunda geração de macaenses espalhados pelo mundo, nomeadamente ao nível dos negócios.

Duarte Alves, da comissão organizadora, garantiu que a nova associação dos jovens macaenses deverá avançar nos próximos meses, apesar da ideia já não ser de agora. A iniciativa pretende tornar-se numa plataforma que permita aos jovens regressarem e fazerem diversas actividades. “Podemos ainda ajudar ao nível dos negócios, a quem queira estabelecer empresas cá. É uma iniciativa nossa que está em fase de desenvolvimento. Não posso avançar datas, mas espero que surja nos próximos meses.”

Uma das vozes que mais clama pela presença de jovens macaenses para o associativismo é Miguel de Senna Fernandes, que vê com bons olhos o projecto. “O importante é que tenha continuidade. Começar e dar os primeiros passos é fácil, mas depois torna-se difícil porque as pessoas estão longe. Há que solidificar as ideias.”

O presidente da Associação dos Macaenses (ADM) assume ainda que ambos os grupos podem vir a trabalhar em parceria. “Uma estrutura jovem, com ligações à comunidade local e à diáspora, pode ser um complemento a outras associações.”

Mais activos

Para Duarte Alves, o novo grupo vai mostrar “uma geração nova que tem outras maneiras de trabalhar, que tem acesso a outros meios de comunicação.” O responsável referiu ainda que há trabalho a fazer para aumentar o activismo dos jovens macaenses. “A comunidade jovem pode ser mais activa, mas é preciso ter atenção ao facto de que muitos saem para fora, para prosseguirem com as suas carreiras, e não podemos dar 100% de atenção a estas actividades.”

Depois do encontro com Rita Santos, a comitiva esteve reunida com o Gabinete de Ligação do Governo Central na RAEM, onde ficou garantida a continuação do apoio dado até ao momento por Pequim aos jovens, para que possam conhecer as novas realidades do território e da China.

Antes da partida para o continente, a comitiva discutiu ontem o futuro da comunidade, onde a necessidade de maiores actividades e ligações foi um ponto forte.

Artigo retirado de Hoje Macau – http://hojemacau.com.mo

URL do artigo: http://hojemacau.com.mo/?p=31507

Macau Daily News – 12/04/2012

Young Macanese diaspora finds its roots

12/04/2012 08:14:00
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Bruno Antonio celebrates Chinese New Year; Silvana Paes wants to open a Macanese restaurant; and Renato organizes casino days and traditional Chinese cooking events. Together with other 35 Macanese from different countries they met yesterday at the Associação Promotora da Instrução dos Macaenses (APIM) to discuss the future of the young Macanese community.
What these young people, aged between 18 and 42, have in common is that they are Macanese or have Macanese roots, but – with a few exceptions – they don’t live in Macau. Most of them are visiting Macau for the first time.
They came to join the second encounter of the young Macanese community, which started on April 8 and will end on April 14. The event is organized by the Council of the Macanese Communities with support of the Macau Government and provides a range of activities for these young visitors with common roots, including a trip to Zhong Shan (Guangdong Province).
“We want to strengthen the feelings of connection of these young people living in Diaspora and give them the possibility to gain a more modern perspective of Macau”, explains Duarte Alves, president of the organizing commission of the event. This seems to be necessary as most of the participants only had an idea about Macau based on their grand- or great-grandparents, who where born in Macau. Nevertheless, they are members of the institution “Casa de Macau” in their respective countries.
Representatives of the “Casa de Macau” from Lisbon, Sao Paulo, Rio de Janeiro, Toronto, Australia, the Lusitano Club of California and Casa de Macau USA gave a short introduction of themselves and explained the origin of their link to Macau. Eight of the young Macanese stated they speak Portuguese – their current home countries being Brazil and Portugal – and five were speakers of Chinese. Thus, the language of communication used in the meeting was English.
Joao, an electrical engineer, lives in Portugal where he is a member of the “Casa de Macau” in Lisbon. His father was born in Macau but moved to Portugal when he was 40 years old: Joao has a brother living here. He tells of workshops about Chinese culture being offered at his “Casa de Macau” in Portugal and he likes to eat the Macanese food there.
Representing the “Casa de Macau” in Sao Paulo, Bruno Antonio explains they celebrate the Chinese New Year and provide traditional Macanese food as well as Mandarin classes. His father was born in Macau where he worked at the Bank of China, later moved to Hong Kong and finally went to Brazil.

Renato organizes events like traditional Chinese cooking, as well as “Casino days” and the celebration of the Chinese New Year in California. His mother was born in Macau, he himself in Hong Kong but lives in the USA now.
Noel was born in Macau, later moved to Portugal and now lives in China, where he tries to keep the connection with the Macanese community. Also Jorge Valente was born in Macau. As he attended a Chinese primary school and then the Portuguese high school in Macau, he speaks both languages fluently.
In the case of Michael from Australia, his parents suggested he should become a member of the local “Casa de Macau” as his grandfather was born in Macau.
The most local participant is probably Paula. She was born and raised in Macau, speaks Portuguese and Chinese and is involved in many Macanese activities like the Patuá theatre group “Dóci Papiaçám”. She also represents Macau as an athlete, winning several medals in karate.
In many of the faces the Chinese roots are clearly visible, thus hearing them speak with a strong American or Australian accent seems a bit bewildering at first. But it soon becomes apparent that they all share a cultural identity, the one of Diaspora Macanese, some being more, others less attached. They are trying to keep alive this “collective memory” of their common origin by joining the institutions in their countries, which not only pass on information but also the practices of the Macanese culture they are all connected with.
Tomorrow, they will visit the General Consul of Portugal and for Saturday a bowling tournament is planned. In the evening, there will be a closing party at the Macau tower before the young Macanese spread again around the world and from there continue to promote the culture inherited from their grandfathers.

V.S.

http://www.macaudailytimes.com.mo/macau/35124-Young-Macanese-diaspora-finds-its-roots.html

Responsible Right of Expression — In the interest of freedom of expression, coupled with a true sense of responsibility to encourage community dialogue, the Macau Daily Times offers its readers the opportunity to express their opinions on new-related matters through this website. All opinions are welcome. However, we reserve the right to remove comments that are deemed to be obscene, or are merely insults written under the cloak of anonymity. MDT

O segundo noticiário do Encontro

Jornal Tribuna de Macau – 11/04/2012

Jornal Tribuna de Macau – 11/04/2012

O primeiro noticiário do Encontro

Jornal Tribuna de Macau – 10/04/2012

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Jornal Hoje Macau – publicação conforme faculta o envio da notícia via e-mail – 10/04/2012

Macaenses regressam à origem

Escrito por: Andreia Sofia Silva On 10 de Abril de 2012 (10:15) In Destaque, Sociedade

O coração divide-se ao meio. Um lado pertence à terra que os viu nascer, o outro pertence a Macau graças aos antepassados. É assim para dezenas de jovens que se encontram no território a participar no II Encontro da Comunidade Juvenil Macaense, organizado pelo Conselho das Comunidades Macaenses.

Daniel Alves, membro da organização, referiu que o evento ajuda “a uma maior aproximação dos macaenses locais e dos representantes das 12 casas de Macau espalhadas pelo mundo”.

O papel que os jovens podem assumir no desenvolvimento do território não foi esquecido. Existe “a consciencialização de que somos uma componente da sociedade, com responsabilidades”, acrescentou.

Miguel de Senna Fernandes, presidente da Associação dos Macaenses (ADM), acredita que este ano há mais pessoas a partilharem experiências no seio de uma comunidade que se “debate com muitos problemas”, sendo um do foro linguístico. “Aqui as pessoas falam várias línguas e o dominante é o inglês. Talvez seja a plataforma de comunicação e não gostaria que assim fosse.” Jorge Rangel, presidente do Instituto Internacional de Macau (IIM), garante que a preservação da cultura é a “dor de cabeça” para todas as casas de Macau espalhadas no mundo. “É uma preocupação em relação ao futuro, em que os jovens terão menos apego às instituições e manutenção das tradições. Isso acontece com a juventude em qualquer parte do mundo, mas à medida que a idade avança vão-se interessando. E um dos propósitos deste encontro é para que eles próprios se habituem a organizar eventos.”

Os descendentes

É com português de sotaque brasileiro que Monique Assis fala sobre a primeira vez que pisa o território. Nascida em São Paulo e descendente de avós macaenses, sente-se dividida quanto às origens. Quanto a Macau, encontrou “uma cidade muito linda, com tudo bonito e organizado, onde há bastantes casinos”.

Julian Martins vive no Canadá, para onde os pais macaenses se mudaram há muitos anos. Não fala português nem cantonense, mas gostava de aprender. Quanto ao papel dos jovens na comunidade, pode ser activo. “Os jovens podem trazer coisas novas para Macau. É a segunda vez que estou cá e tudo mudou, a economia está melhor agora. Não consigo falar a língua, não posso participar em muitas coisas, mas interesso-me pelo que acontece.”

Artigo retirado de Hoje Macau – http://hojemacau.com.mo

URL do artigo: http://hojemacau.com.mo/?p=31409

Jornal Ponto Final – blog – 10/04/2012:

As Ruínas de São Paulo foram ontem o ponto de encontro de 38 macaenses da diáspora. Procuram uma identidade que só conhecem pelos pais e esperam conseguir encontrar aqui formas de a promover no estrangeiro.

por Inês Santinhos Gonçalves

De Macau pouco mais guardam do que as memórias dos pais e dos avós. Os 38 macaenses que no domingo chegaram ao território têm entre 18 e 40 anos e a grande maioria nunca cá esteve antes. Vieram para “regar as raízes” e saber mais sobre as oportunidades de negócio.

“Queremos mostrar-lhes a Macau do século XXI”, disse Duarte Alves, presidente da comissão organizadora. Para isso, os representantes vindos de 12 casas de Macau do mundo inteiro foram instalados no hotel Sintra e contaram com um financiamento, para viagem e estadia, do conselho das comunidades macaenses. Alves diz desconhecer o orçamento.

“A grande maioria já nasceu fora de Macau, são da segunda geração, ouviram histórias dos avós, histórias dos pais. Alguns vieram cá há 15 anos com a família. Julgo que isso os atrai”, contou Alves.

A agenda de actividades é cheia, e oscila entre passeios de lazer e eventos mais formais. Ontem o grupo reuniu-se nas Ruínas de São Paulo para a foto da praxe e daí seguiu para uma visita ao centro histórico da cidade. O Museu de Macau e a Fortaleza do Monte fizeram parte do roteiro.

Hoje, os convidados vão reunir-se com a Federação de Jovens de Macau e visitar os pandas no parque Seac Pai Van. A visita não será ignorada pelo Fórum Macau, que oferece uma palestra sobre as possibilidades de negócio e o papel de Macau como plataforma.

Questionado sobre o Fundo de Desenvolvimento de mil milhões de dólares americanos anunciado no final do mês passado, para promover o investimento entre a China e os países lusófonos, Alves mostrou-se confiante que “os jovens macaenses o vão aproveitar ao máximo”. “À partida são bilingues, conhecem bem as duas culturas e acho que são a chave para o sucesso”, rematou.

“Fat Choi” abre no Brasil

Esta é a terceira vez que Silvana Paes de Assumpção vem a Macau. Directora social e cultural da casa do Rio de Janeiro, trouxe a filha, Iana, a conhecer a terra do avô. Apostada em promover a identidade macaense, Paes de Assumpção vai lançar este verão um projecto único no Brasil: um restaurante de comida típica. “Aprendi a cozinhar com o meu pai. Sempre tive esta vontade de ter um restaurante”, contou.

O “Fat Choi” (Votos de Prosperidade) abre portas o mais tardar em Agosto e vai ter o minchi como principal destaque do menu. Os pastéis de nata vão ser a sobremesa principal.

A gastronomia macaense, diz a fisioterapeuta, vai agradar ao paladar brasileiro, habituado à mistura de sabores. “A minha ideia principal é contribuir para preservar a cultura. Vou ter uma televisão a passar vídeos de Macau, sobre as famílias, os museus. Quero mostrar que Macau não são só casinos, porque as pessoas no Brasil não têm essa noção”, explicou.

Menos ligado à identidade macaense está Jeffrey Ashley, um comerciante de Toronto, que através dos avós guardou uma imagem da cidade a preto e branco: “Os meus avós falaram-me sempre de Macau, mostravam-me fotografias antigas. Queria muito ver se as fotos representavam o que realmente existe”. O choque, naturalmente, foi grande, mas “muito agradável”. “Pode ver-se muito da cidade antiga e também de um mundo novo”.

Ashley não rejeita a ideia de potencializar Macau como plataforma comercial: “Acho que o número de pessoas que há aqui justifica bons negócios, viáveis. Há muito espaço”.

. . .

Os jovens daCasa de Macau de São Paulo que viajaram, pela primeira vez, para o Encontro e para Macau. Da esquerda, Daniela Mc.Lean, Bruno António e Monique Assis.

Antes do Encontro – o que foi noticiado pelo Jornal Tribuna de Macau

. . .

CONSELHO DAS COMUNIDADES MACAENSES

II Encontro da Comunidade Juvenil Macaense

Programa Provisório (até 05 de Março)

8 a 14 de Abril de 2012

 

Dia 8 de Abril (Domingo)

–  Chegada dos Jovens Participantes da diáspora e check-in no Hotel Sintra

20:00 –  Recepção de boas vindas na sede da APIM

–  Lançamento do concurso de fotografia

Dia 9 de Abril (Segunda feira)

09:30 –  Visita ao Gabinete de Ligação do Governo Central na RAEM

11:00 –  Visita ao Centro de Ciência e Tecnologia

12:00 –  Almoço

14:30 –  Fotografia de grupo com todos os participantes, junto às Ruínas de São Paulo

–  Passeio a pé fazendo o traçado do centro de Macau, passando pelo Museu de Macau, Museu da Santa Casa, antigo Leal Senado

17:30 –  Regresso ao hotel

19:00 –  Jantar da Cerimónia de Abertura da Semana Juvenil (MGM).

Dia 10 de Abril (Terça feira) (dia todo com participação dos jovens macaenses locais)

10:00 –  Workshop e apresentação da Federação de Jovens de Macau, discussão de oportunidades de negócio

12:30 –  Almoço Chinês (oferecido pela FJM)

14:00 –  Passeio pela Taipa velha (visita aos Pandas) com convívio e participação da Federação de Jovens de Macau

18:00 –  Missa (Sé Catedral)

Dia 11 de Abril (Quarta feira)

10:00 –  Workshop sobre a Gastronomia Macaense e Patuá no Instituto de Formação Turística

12:00 –  Apresentação pelo Gabinete de Apoio ao Secretariado Permanente do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa sobre “Macau como plataforma para países de língua Portuguesa”

13:00 –  Almoço (oferecido pelo Fórum)

15:00 –  Debate sobre o futuro da Comunidade Juvenil Macaense (APIM)

18:00 –  Apresentação de uma exposição de arte, possivelmente um tema sobre harmonia – Albergue

18:45 –  Jantar BBQ com frango no churasco Português e música – Albergue

Dia 12 de Abril (Quinta feira)

08:00 –  Partida para Zhong Shan

10:30 –  Chegada a Zhong Shan e excursão

Noite em Chung San

Dia 13 de Abril (Sexta feira)

07:45 –  Pequeno almoço no hotel

12:30 –  Almoço na China

14:00 –  Chegada a Macau. Tarde livre

19:00 –  Visita ao Consul Geral de Portugal em Macau, na residência consular

19:30 –  Recepção na residência consular

Dia 14 de Abril (Sábado)

11:30 –  Apresentação de obra literária pelo Instituto Internacional de Macau

13:00 –  Almoço

14:30 –  Torneio de bowling (Centro de Bowling)

19:00 –  Festa de Encerramento do Encontro (Macau Tower)

–  Avaliação dos trabalhos do concurso de fotografia e entrega de Prémios

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Rogério P. D. Luz, macaense-português de Macau, ex-território português na China, radicado no Brasil por mais de 40 anos. Autor dos sites Projecto Memória Macaense e ImagensDaLuz.

Sobre

O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

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