Recebi do amigo Henrique Manhão da Casa de Macau dos EUA, algumas fotos da “Festa do Bolo Bater o Pau” realizada no Centro Cultural de Macau em Califórnia, EUA, no passado dia 22 e que contou com o patrocínio da Fundação Oriente. A festa móvel também é conhecida como de Bolo Lunar, em inglês Mid Autumn Festival, ou em chinês Pát Iut Sâp Ng ou Tchong Chau Chit (vide próxima postagem).
Henrique mostrava-se satisfeito com a boa participação dos associados da Casa que além de saborear comida macaense, puderam assistir a uma apresentação da Elsa Denton, uma autêntica show woman que já se apresentou várias vezes nos Encontros das Comunidades Macaenses, e que já tem um CD gravado com músicas da sua terra natal Macau. Outra atração que também foi um ponto alto da festa, foi a apresentação dos Tambores de Shanxi que podem assistir nos três vídeos cujos links me foram enviados pelo Henrique:
Tambores de Shanxi ou Shanxi Drums na festa da Casa de Macau dos EUA
“os tambores chineses são originários da Província de ShanXi, na China, onde o período de colheitas é comemorado com a sua execução. O Festival de Bolo Lunar coincide com esta época. Os membros dos Tambores de ShanXi apresentaram-se no desfile do Ano Novo chinês, a cerimônia da tocha olímpica e a cerimônia do Censo dos EUA” (conforme o convite da C.M.EUA)
The Chinese drums originated from the ShanXi province where harvest was celebrated by joyous drumming. The August Moon Festival coincides with the harvest!
Members of the ShanXi Drummers have played at the Chinese New Year’s Parade, the Olympic Torch Lighting Ceremony, the U.S. Census Ceremony and many other community events.
Rogério P D Luz, amante de fotografia, residente em São Paulo, Brasil. Natural de Macau (ex-território português na China) e autor do site Projecto Memória Macaense e o site Imagens DaLuz/Velocidade.


Memória - Bandeira do Leal Senado - para nunca ser esquecida -CIDADE DO SANTO NOME DE DEUS DE MACAU, NÃO HÁ OUTRA MAIS LEAL- Esta é a antiga bandeira da cidade de Macau do tempo dos portugueses, e que foi substituída após a devolução para a China em Dezembro de 1999
O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau (ex-território português na China por cerca de 440 anos e devolvida em 20/12/1999) sua história e sua gente.
Macaense – genericamente, a gente de Macau, nativa ou oriunda dos falantes da língua portuguesa, ou de outras origens, vivências e formação que assim se consideram e classificados como tal.
*Autoria de Rogério P.D. Luz,, macaense natural de Macau e residente no Brasil há mais de 40 anos.
Escrita: língua portuguesa mista do Brasil e de Portugal conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.


cartaz de Ung Vai Meng

O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

ESTE ANO, NA FESTA EM HONRA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS,A PROCISSÃO VOLTOU A SAIR À RUA Texto e fotografias de Manuel V. Basílio Este ano, realizou-se no dia 8 de Outubro, na igreja de São Lourenço, a festa em honra de Nossa Senhora dos Remédios, que até meados do século passado era a principal […]

Não poderia este blogue deixar de fazer mais um registo histórico de uma tradição mantida na Macau do ano de 2023, hoje, território da República Popular da China. Assim, o nosso colaborador, Manuel V. Basílio, macaense residente em Macau, nos dá o relato, com fotos, sobre a procissão de Nossa Senhora de Fátima realizada no […]

No Anuário de Macau do ano de 1962, nas páginas finais, vários anúncios publicitários encontravam-se publicados, os quais, reproduzimos abaixo para matar as saudades de quem viveu aquela época de ouro, ou então, para curiosidade daqueles que possam se interessar em conhecer, um pouco mais, aquela Macau de vida simples, sem modernidade, mas, mais humana.










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