Brevemente, vou cumprir uma grande vontade minha de conhecer esta Macau brasileira, que fica situada a 180 kms da capital – Natal – do Estado de Rio Grande do Norte, Brasil. Já estou com as passagens compradas.
Não sei como vou experimentar esta sensação de estar numa cidade de mesmo nome da minha terra natal, cuja denominação atribui-se à mesma origem da sua irmã ex-portuguesa, hoje chinesa. Foi também fundada por portugueses. Vou-lhes dizer quando voltar da viagem trazendo muitas fotos na bagagem.
A capital – Natal – fica a pouco mais de 6 horas de distância de Lisboa, e a 2.321 kms de São Paulo, e é um ponto turístico bastante visitado por portugueses, espanhóis e europeus. Seu litoral é lindíssimo, coisa que vou comprovar.
Fiz um contato com o blog brasileiro “O Baú de Macau”, que gentilmente fez uma postagem que abaixo publico. Meus agradecimentos ao editor. Visite o blog – www.obaudemacau.com
Aproveite para ver dois vídeos que contam um pouco a história da origem de Macau e o aspecto turístico da cidade. Veja algumas imagens capturadas dos vídeos. É até muito interessante quando Macau é citado nos vídeos.
Macau (RN/Brasil)
És linda
– Cidade do meu amor! Macau linda,
como te guarda o meu saudoso olhar!
Velas ao longe… As salinas cristalizada,
e uma terra a nascer da água do mar…
– – –
– Um céu de estrelas que entrevejo ainda.
Sob a ponte, o rio a se estirar…
Noites de lua… Que saudade infinda…
brancas… Que dão vontade de chorar…
Filho ingrato… Parti… Mas nem um dia,
deixei de te lembrar, por mundo alheio,
onde me trouxe a glória fugidia.
– – –
– Macau, quando eu morrer, piedosa e boa,
em que durma o meu sono no teu seio,
como um seio de Mãe que ama e perdoa…
autora: Izan Lucena [izanlucena@uol.com.br]
Fonte: http://www.obaudemacau.com/?page_id=33763 (com a sua permissão, grato)
Rogério P D Luz, amante de fotografia, residente em São Paulo, Brasil. Natural de Macau (ex-território português na China) e autor do site Projecto Memória Macaense e o site Imagens DaLuz/Velocidade.


Memória - Bandeira do Leal Senado - para nunca ser esquecida -CIDADE DO SANTO NOME DE DEUS DE MACAU, NÃO HÁ OUTRA MAIS LEAL- Esta é a antiga bandeira da cidade de Macau do tempo dos portugueses, e que foi substituída após a devolução para a China em Dezembro de 1999
O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau (ex-território português na China por cerca de 440 anos e devolvida em 20/12/1999) sua história e sua gente.
Macaense – genericamente, a gente de Macau, nativa ou oriunda dos falantes da língua portuguesa, ou de outras origens, vivências e formação que assim se consideram e classificados como tal.
*Autoria de Rogério P.D. Luz,, macaense natural de Macau e residente no Brasil há mais de 40 anos.
Escrita: língua portuguesa mista do Brasil e de Portugal conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.


cartaz de Ung Vai Meng

O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

ESTE ANO, NA FESTA EM HONRA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS,A PROCISSÃO VOLTOU A SAIR À RUA Texto e fotografias de Manuel V. Basílio Este ano, realizou-se no dia 8 de Outubro, na igreja de São Lourenço, a festa em honra de Nossa Senhora dos Remédios, que até meados do século passado era a principal […]

Não poderia este blogue deixar de fazer mais um registo histórico de uma tradição mantida na Macau do ano de 2023, hoje, território da República Popular da China. Assim, o nosso colaborador, Manuel V. Basílio, macaense residente em Macau, nos dá o relato, com fotos, sobre a procissão de Nossa Senhora de Fátima realizada no […]

No Anuário de Macau do ano de 1962, nas páginas finais, vários anúncios publicitários encontravam-se publicados, os quais, reproduzimos abaixo para matar as saudades de quem viveu aquela época de ouro, ou então, para curiosidade daqueles que possam se interessar em conhecer, um pouco mais, aquela Macau de vida simples, sem modernidade, mas, mais humana.







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