Como é “norma” nas viagens a Macau, muitos voltam e adoecem. É algo esquisito mas só se ouve falar. E eu não fui a exceção. Hoje ando bastante gripado(constipado), tanto que debilitado não ando lá grande coisa para escrever, mas o comentário curto e oportuno do Vitório Cardoso na postagem anterior, parece que me deu uma animada de espírito.
A minha viagem a Macau, que penso, deverei voltar somente daqui a 3 anos, se houver um novo Encontro, parece que inicia uma nova fase para mim e as minhas publicações. Não sei, ainda preciso ver. Talvez concilie com o término do meu mandato em cargo de diretoria na Casa de Macau de São Paulo, logo mais em Abril. E, “aviso aos cochichos de véspera de eleição” – não sou candidato a mais nada, muito menos a presidente, como um ou outro já anda a dizer por aí. Quero paz e sossego para desenvolver o que mais amo, a fotografia e os meus sites. E só !!! Ah, sim, também este blog. Tenho em mente, desenvolver trabalhos relativos à “memória macaense” tal como os personagens entrevistados poderão contar. Preocupo-me que a cada ano, vejo conterrâneos alcançar o descanso eterno e levar com eles um pouco da nossa história. Penso que, se conseguir alcançar este intento, poderia pensar em algo mais ambicioso, como um livro – Macau de todos os tempos. Isto é, se. Pelo menos sei, que nos “photobooks” da vida, conseguirei produzir no mínimo um exemplar. Quem sabe, vira algo histórico que até irá ao leilão … rsrs!!! É tudo o que posso escrever. Voltarei breve com alguns comentários e observações do Encontro, a minha estadia em Macau, aliás bem cansativa, etc., sem falar na minha procura por um elo com o passado, em Macau, algo difícil !!!
Rogério P D Luz, amante de fotografia, residente em São Paulo, Brasil. Natural de Macau (ex-território português na China) e autor do site Projecto Memória Macaense e o site Imagens DaLuz/Velocidade.


Memória - Bandeira do Leal Senado - para nunca ser esquecida -CIDADE DO SANTO NOME DE DEUS DE MACAU, NÃO HÁ OUTRA MAIS LEAL- Esta é a antiga bandeira da cidade de Macau do tempo dos portugueses, e que foi substituída após a devolução para a China em Dezembro de 1999
O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau (ex-território português na China por cerca de 440 anos e devolvida em 20/12/1999) sua história e sua gente.
Macaense – genericamente, a gente de Macau, nativa ou oriunda dos falantes da língua portuguesa, ou de outras origens, vivências e formação que assim se consideram e classificados como tal.
*Autoria de Rogério P.D. Luz,, macaense natural de Macau e residente no Brasil há mais de 40 anos.
Escrita: língua portuguesa mista do Brasil e de Portugal conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.


cartaz de Ung Vai Meng

O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

ESTE ANO, NA FESTA EM HONRA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS,A PROCISSÃO VOLTOU A SAIR À RUA Texto e fotografias de Manuel V. Basílio Este ano, realizou-se no dia 8 de Outubro, na igreja de São Lourenço, a festa em honra de Nossa Senhora dos Remédios, que até meados do século passado era a principal […]

Não poderia este blogue deixar de fazer mais um registo histórico de uma tradição mantida na Macau do ano de 2023, hoje, território da República Popular da China. Assim, o nosso colaborador, Manuel V. Basílio, macaense residente em Macau, nos dá o relato, com fotos, sobre a procissão de Nossa Senhora de Fátima realizada no […]

No Anuário de Macau do ano de 1962, nas páginas finais, vários anúncios publicitários encontravam-se publicados, os quais, reproduzimos abaixo para matar as saudades de quem viveu aquela época de ouro, ou então, para curiosidade daqueles que possam se interessar em conhecer, um pouco mais, aquela Macau de vida simples, sem modernidade, mas, mais humana.
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