Nos Encontros vemos, Conferência sobre o Patúa, Conferência sobre a Gastronomia, e … que tal se houvesse uma Conferência sobre a Língua Portuguesa principalmente dirigida à comunidade macaense de língua inglesa? Uma conferência para destacar a importância da língua portuguesa como um legado a ser preservado.
Pois se falamos em preservar as nossas raízes, nossa cultura, “our heritage”, etc., então tudo isso tem que necessariamente passar pela língua portuguesa, que é a origem de tudo isso. Se existe esta Macau de Encontros, é porque os portugueses, que falam o português, lá estiveram em Macau e criaram essas raízes ao longo dos 420 anos.
Temos que reconhecer que os falantes da língua inglesa, lá tiveram as suas origens em localidades em que não lhes foi proporcionado condições para o aprendizado do português, ou então, muitos perderam a prática por falta de uso (disso lamento do meu cantonense, mas esforço-me a relembrar …). Daí, se o patuá é pitoresco para muitos, então o português também pode ser! Talvez cultivasse o belo da nossa língua portuguesa e explicar a sua importância na preservação do nosso “heritage”.
Sobre isso, tive a sensação de estar numa espécie de “Torre de Babel” numa das conferências em que, 2 palestrantes falaram em português – muitos não entenderam! Daí outros 2 palestrantes falaram em inglês – outros não entenderam – talvez menos, pois os de língua portuguesa, em grande parte, são bilingues, nem que, mais ou menos!
Um caso para se pensar a respeito, para sermos honestos conosco, quando falamos em “preservar” e esquecemos que temos que preservar a língua portuguesa!
Rogério P D Luz, amante de fotografia, residente em São Paulo, Brasil. Natural de Macau (ex-território português na China) e autor do site Projecto Memória Macaense e o site Imagens DaLuz/Velocidade.


Memória - Bandeira do Leal Senado - para nunca ser esquecida -CIDADE DO SANTO NOME DE DEUS DE MACAU, NÃO HÁ OUTRA MAIS LEAL- Esta é a antiga bandeira da cidade de Macau do tempo dos portugueses, e que foi substituída após a devolução para a China em Dezembro de 1999
O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau (ex-território português na China por cerca de 440 anos e devolvida em 20/12/1999) sua história e sua gente.
Macaense – genericamente, a gente de Macau, nativa ou oriunda dos falantes da língua portuguesa, ou de outras origens, vivências e formação que assim se consideram e classificados como tal.
*Autoria de Rogério P.D. Luz,, macaense natural de Macau e residente no Brasil há mais de 40 anos.
Escrita: língua portuguesa mista do Brasil e de Portugal conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.


cartaz de Ung Vai Meng

O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

ESTE ANO, NA FESTA EM HONRA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS,A PROCISSÃO VOLTOU A SAIR À RUA Texto e fotografias de Manuel V. Basílio Este ano, realizou-se no dia 8 de Outubro, na igreja de São Lourenço, a festa em honra de Nossa Senhora dos Remédios, que até meados do século passado era a principal […]

Não poderia este blogue deixar de fazer mais um registo histórico de uma tradição mantida na Macau do ano de 2023, hoje, território da República Popular da China. Assim, o nosso colaborador, Manuel V. Basílio, macaense residente em Macau, nos dá o relato, com fotos, sobre a procissão de Nossa Senhora de Fátima realizada no […]

No Anuário de Macau do ano de 1962, nas páginas finais, vários anúncios publicitários encontravam-se publicados, os quais, reproduzimos abaixo para matar as saudades de quem viveu aquela época de ouro, ou então, para curiosidade daqueles que possam se interessar em conhecer, um pouco mais, aquela Macau de vida simples, sem modernidade, mas, mais humana.
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