A Casa de Macau de São Paulo voltou a comemorar o Ano Novo Chinês no domingo do dia 23. Às 14 horas exatamente, Yolanda Luz Ramos anunciava pelo microfone que na China, com 10 horas adiantadas em relação a São Paulo, iniciava o Ano do Dragão. Logo em seguida ouviam-se o estouro de rojões e os tambores chineses a rufar para o leão chinês dançar, saudando o novo ano que chegava. Assim, cerca de 150 pessoas assistiam o espetáculo e degustavam o “chái (comida de bonzo)” entre tantos outras comidas e quitutes chineses. Um clima que despertava o lado oriental dos macaenses residentes na cidade de São Paulo, prestes a completar 458 anos no dia 25. Uma idade bastante parecida à chegada dos portugueses àquela península na costa da China, depois batizada de Macau.
Vejam pelas fotos como foi a festa (clicar nelas para aumentar de tamanho):
a Casa de Macau enfeitou-se para a festa
o chái (comida de Bonzo), uma iguaria chinesa sempre bem-vinda
coisas chinesas sempre despertam atenção de amigos brasileiros
a dança de leão para saudar o Ano do Dragão
a turma da dança do leão, do tambor e do chán-chan-chan (pratos chineses)
a tradicional cerimonia de chá e o lai si com a participação de belas jovens, netas do macaense Assis Fong
o público de cerca de 150 associados, macaenses e amigos brasileiros e chineses
o presidente Gilberto Silva e esposa Henriqueta posam para foto em móveis chineses
a sobremesa com frutas e quitutes chineses
Neta do macaense Geraldo (Jerry) Gomes , ela foi a sortuda do dia, ao levar o premio maior do bingo
*Mais fotos: veja o álbum publicado por Frederico António, autor das fotos e diretor financeiro da Casa no link abaixo:
Rogério P D Luz, amante de fotografia, residente em São Paulo, Brasil. Natural de Macau (ex-território português na China) e autor do site Projecto Memória Macaense e o site Imagens DaLuz/Velocidade.


Memória - Bandeira do Leal Senado - para nunca ser esquecida -CIDADE DO SANTO NOME DE DEUS DE MACAU, NÃO HÁ OUTRA MAIS LEAL- Esta é a antiga bandeira da cidade de Macau do tempo dos portugueses, e que foi substituída após a devolução para a China em Dezembro de 1999
O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau (ex-território português na China por cerca de 440 anos e devolvida em 20/12/1999) sua história e sua gente.
Macaense – genericamente, a gente de Macau, nativa ou oriunda dos falantes da língua portuguesa, ou de outras origens, vivências e formação que assim se consideram e classificados como tal.
*Autoria de Rogério P.D. Luz,, macaense natural de Macau e residente no Brasil há mais de 40 anos.
Escrita: língua portuguesa mista do Brasil e de Portugal conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.


cartaz de Ung Vai Meng

O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

ESTE ANO, NA FESTA EM HONRA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS,A PROCISSÃO VOLTOU A SAIR À RUA Texto e fotografias de Manuel V. Basílio Este ano, realizou-se no dia 8 de Outubro, na igreja de São Lourenço, a festa em honra de Nossa Senhora dos Remédios, que até meados do século passado era a principal […]

Não poderia este blogue deixar de fazer mais um registo histórico de uma tradição mantida na Macau do ano de 2023, hoje, território da República Popular da China. Assim, o nosso colaborador, Manuel V. Basílio, macaense residente em Macau, nos dá o relato, com fotos, sobre a procissão de Nossa Senhora de Fátima realizada no […]

No Anuário de Macau do ano de 1962, nas páginas finais, vários anúncios publicitários encontravam-se publicados, os quais, reproduzimos abaixo para matar as saudades de quem viveu aquela época de ouro, ou então, para curiosidade daqueles que possam se interessar em conhecer, um pouco mais, aquela Macau de vida simples, sem modernidade, mas, mais humana.











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