Um blog com publicações trimestrais: Março/Junho/Setembro/Dezembro? É isso aí! Pelo que entendi, seria uma espécie de Boletim do PCB-Partido dos Comes e Bebes, cujo lema anunciado em patuá, é: Comê, Bebê, Dançâ, Papiâ, Cantâ. A sua redação e colaboradores conta com uma extensa lista de 15 nomes, algo difícil mas possível no PCB, que, pelo visto, continua firme e forte a promover convívios, especialmente gastronómicos, desde Julho de 2007. A sua sede é em Portugal e o endereço é o abaixo (apesar do com.br – o blog é de Portugal):
http://www.pcbmagazine.blogspot.com.br/
Senti-me em casa ao visitar o blog que já o conheço há algum tempo, pois é uma extensão do site Gente de Macau, assim como o Crónicas Macaenses é em relação ao site Projecto Memória Macaense. O site deles completa cinco anos em Julho. Penso que será uma bela festa com “Comes e Bebes” e boa comida macaense não irá faltar.
No blog podemos ver excelentes textos em patuá de diversos autores, a destacar a competência do Filipe do Rosário. Aliás o Filipe era meu vizinho em Macau na infância, embora não saiba dizer se tem mais ou menos a minha idade. Ele morava na Rua São Miguel e eu na Rua Nova São Lázaro, ambas no bairro de São Lázaro. Além disso, podemos ler vivências em Macau, antigos costumes e tantas coisas que conseguem despertar saudades dos nossos belos tempos em Macau.
Belo trabalho gente de Macau. Continuem assim por muitos anos, pois estamos aqui na Internet para falar de nós, da Macau que nos toca no coração, nos divertir, cada um com o seu jeito de publicar, mas com um objetivo saudável.
Rogério P D Luz, amante de fotografia, residente em São Paulo, Brasil. Natural de Macau (ex-território português na China) e autor do site Projecto Memória Macaense e o site Imagens DaLuz/Velocidade.


Memória - Bandeira do Leal Senado - para nunca ser esquecida -CIDADE DO SANTO NOME DE DEUS DE MACAU, NÃO HÁ OUTRA MAIS LEAL- Esta é a antiga bandeira da cidade de Macau do tempo dos portugueses, e que foi substituída após a devolução para a China em Dezembro de 1999
O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau (ex-território português na China por cerca de 440 anos e devolvida em 20/12/1999) sua história e sua gente.
Macaense – genericamente, a gente de Macau, nativa ou oriunda dos falantes da língua portuguesa, ou de outras origens, vivências e formação que assim se consideram e classificados como tal.
*Autoria de Rogério P.D. Luz,, macaense natural de Macau e residente no Brasil há mais de 40 anos.
Escrita: língua portuguesa mista do Brasil e de Portugal conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.


cartaz de Ung Vai Meng

O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

ESTE ANO, NA FESTA EM HONRA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS,A PROCISSÃO VOLTOU A SAIR À RUA Texto e fotografias de Manuel V. Basílio Este ano, realizou-se no dia 8 de Outubro, na igreja de São Lourenço, a festa em honra de Nossa Senhora dos Remédios, que até meados do século passado era a principal […]

Não poderia este blogue deixar de fazer mais um registo histórico de uma tradição mantida na Macau do ano de 2023, hoje, território da República Popular da China. Assim, o nosso colaborador, Manuel V. Basílio, macaense residente em Macau, nos dá o relato, com fotos, sobre a procissão de Nossa Senhora de Fátima realizada no […]

No Anuário de Macau do ano de 1962, nas páginas finais, vários anúncios publicitários encontravam-se publicados, os quais, reproduzimos abaixo para matar as saudades de quem viveu aquela época de ouro, ou então, para curiosidade daqueles que possam se interessar em conhecer, um pouco mais, aquela Macau de vida simples, sem modernidade, mas, mais humana.

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