Cronicas Macaenses

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Confraria da Gastronomia Macaense, a direção reeleita

Ao Luís Machado, presidente da Confraria da Gastronomia Macaense, e a sua equipa, as felicitações deste blog pela vossa reeleição ao cargo por mais três anos.

É de louvar que a Gastronomia Macaense vai a cada dia ganhando mais destaque em Macau, além das atividades no exterior.  Isso vem confirmar a “preferência nacional macaense” pela gastronomia, conforme enquete que realizei há alguns anos no site Projecto Memória Macaense.  Tal como a gente Macaense, a gastronomia é uma miscelânea, ou seja, uma miscelânea de sabores e origens, e a gente, uma miscelânea de raças e origens, daí a identificação mútua.  A receita do sucesso!!!

Fora disso, a gastronomia macaense é uma “prática constante” no dia a dia e nas festividades.  Vários restaurantes de Macau oferecem uma variedade de comida macaense no seu cardápio.  Se falar que numa festa em Macau ou nas associações da diáspora macaense vai haver Chá Gordo, entope de gente. Ninguém se enjoa da boa comida macaense.  Na Casa de Macau de São Paulo fartei de ver brasileiros a elogiarem a nossa culinária, que de algum modo, uns pratos têm uma ligação com a comida brasileira.

Acredito que para se eleger Patrimônio Mundial é necessário mostrar que não se trata de um item sem atividades e sem prática. Disto temos que nos conscientizar em relação ao Patuá, apesar de hoje estar se candidatando a Patrimônio Mundial, o Teatro em Patuá, bastante ativo pelo único grupo teatral em Macau, o Dóci Papiaçám di Macau.  A proposta inicial da candidatura em forma de dialecto não vingou e foi mudado para se apresentar como teatro em patuá.

Mesmo assim, a prática do patuá, que já é mais difícil, é muito importante e temos que praticar ou divulgar de uma forma ou outra.  Apesar de muitos macaenses só o entenderem, encontrando dificuldades para uma conversa ou escrita, salvo uma ou outra frase ou palavra, alguns se esforçam, mesmo falando mal ou com pronúncia errada. Coitados destes, que numa situação ou outra tive que assistir, com tristeza e indignação, críticas destrutivas ou humilhatórias às pessoas, praticamente nominalmente, cujos autores poderiam até merecer uma ação judicial por danos morais.  Se tivesse acontecido comigo, certamente já teria recorrido ao expediente com pleno sucesso, causando enorme prejuízo financeiro àquele que teve a ousadia de praticar a humilhação em público, com muitas testemunhas, e ainda por escrito.  Uma prova irrefutável!  Que isto sirva de alerta a quem queira denegrir a honra de outrem em público e ainda mais nominalmente, seja por imagem ou por nome.

Enfim, vejamos o que o Jornal Tribuna de Macau publicou ontem, dia 12, a respeito da notícia em destaque:

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Rogério P. D. Luz, macaense-português de Macau, ex-território português na China, radicado no Brasil por mais de 40 anos. Autor dos sites Projecto Memória Macaense e ImagensDaLuz.

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O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

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