Cronicas Macaenses

Blog-foto-magazine de Rogério P D Luz

Viagem pela China Antiga dos séculos 19 e 20 através de fotografias

China antiga (69)

(29) O Tibet em 1904

Nesta segunda postagem sobre a China Antiga através de fotografias feitas nos séculos 19 e 20, outras 26 imagens contam um pouco mais da história desta China milenar.  Assim, vamos continuar com a nossa viagem:

(fonte das fotos e legendas/parciais:  http://tieba.baidu.com/ com textos coletados da Wikipedia.  As legendas foram verificadas na medida possível, porém podem conter erros)

China antiga (68)(30) O comandante Waldersee com o seu exército multinacional entra na Cidade Proibida durante a repressão à Rebelião dos Boxers (conheça na postagem anterior de 27/04/2013). Alfred Heinrich Karl Ludwig Graf1 von Waldersee (Potsdam, 8 de Abril de 1832 — Hanôver, 5 de Março de 1904) foi um marechal-de-campo prussiano. Waldersee comandou unidades militares em Hanôver, foi chefe do Estado-Maior (1888-1891) e comandante supremo – com o título de “Weltmarschall” (marechal-mundial) – do contingente multinacional de tropas empregadas na repressão à Rebelião dos Boxers em 1900-1901.

China antiga (72)(31) As Forças Armadas chinesas na Dinastia Qing (leia a respeito da Dinastia na postagem anterior de 27/04/2013)

China antiga (67)(32) A primeira estrada de ferro da China em 1880

China antiga (70)(33) Os pés enfaixados ou atados das chinesas.

China antiga (33)(34) Duas mulheres numa usina com pés enfaixados ou atados.  Veja os calçados pontiagudos e entenda o porquê na foto acima (33)

China antiga (59)(35) A Grande Muralha em Badaling em Yanqing, Beijing, China em 1875.  Foi a primeira secção da Grande Muralha que foi aberta ao público, com 3.741 metros de comprimento.

China antiga (57)

(36) Torre em Tiger Hill, na cidade de Suzhou cidade da província de Jiangsu, na China.

China antiga (54)(36) Transporte prático, de um lado a criança, de outro um porco.

China antiga (51)(37) Outro jeito prático de transportar crianças.

China antiga (52)(38) Uma vista da Grande Muralha da China na Dinastia Qing

China antiga (53)(39) O primeiro YMCA na China em 1900.

China antiga (50)(40) Um restaurante ao ar-livre

China antiga (49)(41) Um adivinho chinês

China antiga (40)(42) O exército chinês na luta contra a Rebelião dos Boxers

China antiga (45)(43) Uma rua de Hong Kong

China antiga (37)(44) Em Xangai, um navio carregado de ópio. Em 1830, os ingleses obtiveram exclusividade das operações comerciais no porto de Cantão. China exportava seda, chá e porcelana, então em moda no continente europeu, a Inglaterra sofria um grande défice comercial em relação à China. Para compensar suas perdas econômicas, a Grã-Bretanha traficava o ópio indiano para o Império do Meio (China). O governo de Pequim resolveu proibir o tráfico de ópio. Isso levou Londres a declarar guerra à China. Pois pretendia conservar este lucrativo comércio (nota: a balança comercial das trocas entre os dois países era deficitária a favor da Grã-Bretanha).

China antiga (39)(45) Um prisão chinesa em 1900

China antiga (38)(46) Gueixas chinesas na Manchúria

China antiga (66)(47) O riquixá, riquexó ou rickshaw é um meio de transporte de tração humana em que uma pessoa puxa uma carroça de duas rodas onde acomodam-se mais uma ou duas pessoas. O vocábulo riquixá tem origem na Ásia onde eram amplamente utilizados como meios de transporte pela elite. Atualmente, no entanto, os riquixás foram proibidos em muitos países na Ásia em decorrência dos numerosos acidentes.

Os riquixás comuns têm sido substituídos, principalmente na Ásia, pelos ciclo-riquixás. Eles também são comuns em cidades ocidentais como Nova Iorque. Em Londres eles são conhecidos como pedicabs. O termo “riquixá” é utilizado também para esses veículos, mas esse artigo trata exclusivamente de riquixás puxados a pé.

O vocábulo “riquixá” vem da palavra japonesa jinrikisha (人力車, onde 人 jin =humano, 力 riki= tração, 車 sha = veículo), que literalmente significa “veículo de tração humana”.

China antiga (60)(48) Nobres mongóis da Dinastia Qing

China antiga (42)(49) Foto de 1910 atribuída à cidade de Qufu. Qufu (chinês: 曲阜, pinyin: Qūfù, Wade-Giles: Ch’ü1-fu4) é uma cidade do sudoeste da província de Shandong, República Popular da China. Qufu é a cidade natal de Confúcio, que tradicionalmente acreditava ter nascido nas proximidades do Monte Ni. A cidade possui inúmeros palácios históricos, templos e cemitérios. Os três mais famosos locais culturais da cidade, conhecidos coletivamente como San Kong (三孔), ou seja, “Os Três de Confúcio [sítios]”, são o Templo de Confúcio ((chinês: 孔庙, pinyin: Kǒngmiào), o Cemitério de Confúcio (chinês: 孔林, pinyin: Kǒnglín), e a Mansão da Família Kong (chinês: 孔府, pinyin: Kǒngfǔ). Juntos, estes três locais foram listados como Património Mundial da UNESCO desde 1994.

China antiga (41)(50) Foto da cidade Jimo em 1910. Jimo (em chinês: 即墨市; pinyin: Jímò Shì) é uma cidade na província de Shandong, localizada ao norte de Qingdao.

China antiga (34)(51) O rio YangTzé na região de Wuhan, cidade chinesa, capital da província de Hubei no centro da China. O rio Yangtzé, Yang-Tsé ou Chang Jiang também conhecido como Rio Azul ou ainda Iansequião (chinês tradicional: 長江, chinês simplificado: 长江, pinyin: Cháng Jiāng), é o maior rio da Ásia, percorrendo 6.300 quilômetros desde sua nascente, nos montes Kunlum (Qinghai e Tibete), até ao mar da China Oriental, sempre na República Popular da China. Sua bacia hidrográfica (de 1.800.000 a 1.942.500 km²) irriga as regiões mais férteis da China.

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Autoria do blog-magazine

Rogério P. D. Luz, macaense-português de Macau, ex-território português na China, radicado no Brasil por mais de 40 anos. Autor dos sites Projecto Memória Macaense e ImagensDaLuz.

Sobre

O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

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