
Tirei esta foto no sopé da Fortaleza do Monte que hoje abriga o Museu de Macau. O pássaro devia estar contente tomando ar fresco no meio da vegetação, algo já um tanto raro em Macau.
Publicação da Direcção dos Serviços de Turismo de Macau – 50 Maneiras de Conhecer Macau – de 1991, ainda no tempo da administração portuguesa, dá essas dicas sugerindo locais de interesse e costumes ou curiosidades da cidade, tal como o tema da postagem. Em poucas palavras até que serve para orientar o turista ou visitante por qualquer motivo.
Uma das “maneiras” é este velho costume chinês, que julgo hoje, já pouco praticado. Veja o texto:
Comece o dia acompanhando o PASSEIO DOS PÁSSAROS
e os exercícios matinais dos PERITOS NA LUTA DE SOMBRAS
Se se levantar cedo, não deixe de dar um passeio pelo Monte da Guia, por um dos jardins de Macau ou ao longo da Rua da Praia Grande, e sentir-se-á recuar no tempo, até uma das épocas da China tradicional: homens de todas as idades “passeiam”, em gaiolas de bambu finamente trabalhado, pequenos pássaros de estimação que soltam os seus belos chilreios na frescura do amanhecer. Revigorados pelo passeio matinal, os orgulhosos donos rumam às casas de chá onde, entre amena cavaqueira, exibem e comparam os trinados artísticos dos seus amigos cantores.
Outras vezes, porém, penduram as gaiolas num ramo de árvore e juntam-se aos praticantes de “Tai Kê”, uma série de exercícios respiratórios e físicos vulgarmente conhecidos entre os ocidentais por “luta de sombras”. Os especialistas afirmam que os movimentos lentos e coreografados destes exercícios tonificam o corpo e o espírito, preparando-os para enfrentar o novo dia.
(fotografias de/photos by Rogério P.D. Luz)
Rogério P D Luz, amante de fotografia, residente em São Paulo, Brasil. Natural de Macau (ex-território português na China) e autor do site Projecto Memória Macaense e o site Imagens DaLuz/Velocidade.


Memória - Bandeira do Leal Senado - para nunca ser esquecida -CIDADE DO SANTO NOME DE DEUS DE MACAU, NÃO HÁ OUTRA MAIS LEAL- Esta é a antiga bandeira da cidade de Macau do tempo dos portugueses, e que foi substituída após a devolução para a China em Dezembro de 1999
O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau (ex-território português na China por cerca de 440 anos e devolvida em 20/12/1999) sua história e sua gente.
Macaense – genericamente, a gente de Macau, nativa ou oriunda dos falantes da língua portuguesa, ou de outras origens, vivências e formação que assim se consideram e classificados como tal.
*Autoria de Rogério P.D. Luz,, macaense natural de Macau e residente no Brasil há mais de 40 anos.
Escrita: língua portuguesa mista do Brasil e de Portugal conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.


cartaz de Ung Vai Meng

O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

ESTE ANO, NA FESTA EM HONRA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS,A PROCISSÃO VOLTOU A SAIR À RUA Texto e fotografias de Manuel V. Basílio Este ano, realizou-se no dia 8 de Outubro, na igreja de São Lourenço, a festa em honra de Nossa Senhora dos Remédios, que até meados do século passado era a principal […]

Não poderia este blogue deixar de fazer mais um registo histórico de uma tradição mantida na Macau do ano de 2023, hoje, território da República Popular da China. Assim, o nosso colaborador, Manuel V. Basílio, macaense residente em Macau, nos dá o relato, com fotos, sobre a procissão de Nossa Senhora de Fátima realizada no […]

No Anuário de Macau do ano de 1962, nas páginas finais, vários anúncios publicitários encontravam-se publicados, os quais, reproduzimos abaixo para matar as saudades de quem viveu aquela época de ouro, ou então, para curiosidade daqueles que possam se interessar em conhecer, um pouco mais, aquela Macau de vida simples, sem modernidade, mas, mais humana.





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