Cronicas Macaenses

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Portugal: Viagens Marítimas no Oriente

Museu Maritimo-Viagens Marítimas no Oriente (02)

Folheto do Museu Marítimo de Macau impresso na administração portuguesa, traz um resumo das viagens marítimas no Oriente empreendidas pelos portugueses no Século XVI:

VIAGENS MARÍTIMAS NO ORIENTE

As linhas da expansão portuguesa no Oriente após a conquista de Malaca em 1511, dividem-se por duas zonas distintas: o Pacifico e o Extremo Oriente.

Partindo de Malaca em 1511, António de Abreu levou a cabo a primeira expedição portuguesa em águas do Pacifico. Tinha como missão reconhecer o explorar as Molucas tidas como um dos principais centros produtores de cravo e noz-moscada. A armada percorreu a costa norte de Java e do Bali, Combock, Sumbava, Flores, Solor, Vitava, Buro, Geram, Banda e Amboíno.

Os primeiros contactos luso-chineses tiveram lugar em Calecut onde os Portugueses se instalaram numa feitoria que fora da China a Chinacoti. De Malaca, onde os juncos chineses costumavam ancorar, partiu em 1513,  Jorge Álvares que logrou estabelecer contactos comerciais sucessivamente em Tamau, Liampó e Sucheu.

Liampó. porto situado na embocadura do rio Chekiang em frente à costa japonesa, costumava servir de ancoradouro e ponto de comércio para Portugueses e Japoneses por volta de 1540. Para esse porto, proveniente do Sião, se dirigia no ano de 1543 o junco de António da Mota que, segundo a tradição, uma violenta tempestade desviou e fez ir dar à ilha de Tanegashima onde desembarcaram na praia de Nishimura Ko-Ura.

Museu Maritimo-Viagens Marítimas no Oriente (03)

Museu Maritimo-Viagens Marítimas no Oriente (01)

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Rogério P. D. Luz, macaense-português de Macau, ex-território português na China, radicado no Brasil por mais de 40 anos. Autor dos sites Projecto Memória Macaense e ImagensDaLuz.

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O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

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