Cronicas Macaenses

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Palácio de Justiça de São Paulo, de 1933

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Bem no centro histórico de São Paulo, na Praça Clóvis encontra-se o imponente prédio do Palácio de Justiça de São Paulo, que muitos provavelmente  não tenham se detido para melhor observá-lo, em parte por estar ao lado da Catedral da Sé que de um modo tira o seu brilho, como também pela região um tanto mal frequentada que exige certa cautela ao transitar por ela. Como a parte de trás do prédio dá para a Praça João Mendes, esta face da construção deve ser a mais conhecida por ser um local de maior trânsito.

Fui fazer um trabalho fotográfico por encomenda, e acabei conhecendo melhor o Palácio. Assim, mostro as imagens não selecionadas com um histórico extraído da Wikipédia, e espero um dia fazer uma visita ao seu interior.

* Conheça também o Museu do Tribunal de Justiça de São Paulo, também conhecido por Castelinho da Liberdade, objeto de postagem no blog neste link:

https://cronicasmacaenses.com/2012/11/27/sao-paulo-museu-do-tribunal-de-justica-ou-o-castelinho-da-liberdade/

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(fotografia de/photos by Rogério P.D. Luz)

PALÁCIO DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO

O Palácio de Justiça é a sede do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Localiza-se no centro antigo de São Paulo, entre a Praça da Sé, a Praça João Mendes Jr. e a Praça Clóvis Bevilácqua, próximo à Catedral da Sé, ao Palácio Anchieta (sede da Câmara Municipal de São Paulo) e ao Edifício Matarazzo (sede da Prefeitura Municipal de São Paulo). Em suas proximidades também se encontram as sedes da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público do Estado de São Paulo, além da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.

À Proclamação da República no Brasil, em 1889, seguiu-se a estruturação federativa do País, atribuindo-se, em 1891, a competência judiciária às antigas Províncias do Império, ora Estados. Com a crescente demanda decorrente do crescimento econômico de São Paulo nas primeiras décadas do Século XX, fez-se necessária a construção de uma sede para o poder judiciário paulista. Em 1911 foi contratado o escritório do famoso arquiteto Ramos de Azevedo, que, inspirado no Palácio da Justiça de Roma, realizou projeto que foi acolhido pelo Tribunal.

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O edifício, construído em estilo neoclássico com cunho barroco, foi finalmente inaugurado em 1933 e reinaugurado em 1942, recebendo tombamento do CONDEPHAAT em 1981. As obras sofreram alguns percalços, tendo-se verificado o maior de todos por ocasião da Revolta Paulista de 1924, agravado pelo falecimento do arquiteto Ramos de Azevedo em 1928, que obrigou o Tribunal a negociar novo contrato em 1929 com sucessores de seu escritório – Ricardo Severo e Arnaldo Dumont Vilares – através da Diretoria de Obras Públicas do Estado, sob a fiscalização do Dr. H. Forense, igualmente prorrogado em 26 de abril de 1931.

Atualmente funcionam no palácio as salas de julgamento da segunda instância paulista, além de toda a estrutura administrativa de cúpula do judiciário paulista.

* Fonte: Wikipedia

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Na década de 50 (foto do fotoblog de Eli Mendes)

Na década de 50 (foto do fotoblog de Eli Mendes)

* As fotos encomendadas foram ampliadas com excelente resultado pelo labotatório Instancolor em jato de tinta e padrão fine art. Recomendo!

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Rogério P. D. Luz, macaense-português de Macau, ex-território português na China, radicado no Brasil por mais de 40 anos. Autor dos sites Projecto Memória Macaense e ImagensDaLuz.

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O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

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