Cronicas Macaenses

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Rio de Janeiro: história e fotos no aniversário de 450 anos

Rio de Janeiro (foto Rogério P.D. Luz)

Rio de Janeiro (foto Rogério P.D. Luz)

A cidade do Rio de Janeiro que em 2012 foi classificada como ‘Patrimônio Cultural da Humanidade’, em 1º de março de 2015 completou 450 anos da sua fundação por Estácio de Sá.

Vamos conhecer a sua história, pois falar da sua beleza as fotos falam por si e de outros assuntos indesejáveis, melhor ver os noticiários que infelizmente são frequentes. Em 2016 vai abrigar os Jogos Olímpicos e esperamos que, até lá, todas as instalações estejam prontas e que o Brasil tenha uma boa participação e classificação no quadro de medalhas.

Às margens da baía da Guanabara, os portugueses instalaram sua cidadela

Às margens da baía da Guanabara, os portugueses instalaram sua cidadela

A HISTÓRIA DO RIO DE JANEIRO

Texto de Thais Pacievitch publicado no site InfoEscola

A região que ocupa atualmente a cidade do Rio de Janeiro  foi descoberta no dia 1º de janeiro de 1502 por uma expedição portuguesa comandada por Gaspar de Lemos, que acreditou ter chegado à desembocadura de um grande rio, assim, batizou a baía com o nome de Rio de Janeiro. Contudo, foram os franceses que primeiro se estabeleceram na região e competiam com os portugueses no comércio madeireiro. Os portugueses estabeleceram serrarias naquela localidade e, em resposta à ameaça da presença portuguesa, os franceses trouxeram colonos para habitar e explorar o lugar, em 1555. Depois de anos de luta os franceses foram expulsos.

Como resposta às intenções francesas, no dia 1º de março de 1565, Estácio de Sá funda a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. A cidade possuía ruas irregulares e estilo português medieval. A expulsão definitiva dos franceses ocorreu em 1567.

Devido à posição estratégica da cidade na Baía de Guanabara, desenvolveu-se ali uma zona portuária e comercial (madeira, pesca e cana-de-açúcar), desta forma, a população também aumentou. Em 1660, a população daquela cidade contava com 6000 índios, 750 portugueses e 100 negros.

Copacabana vista do sopé da Pedra do Leme, c. 1890. Foto: Marc Ferrez/ col. Gilberto Ferrez/ acervo IMS

Copacabana vista do sopé da Pedra do Leme, c. 1890. Foto: Marc Ferrez/ col. Gilberto Ferrez/ acervo IMS

No fim do século XVII e início do século XVIII, a descoberta de metais, especialmente ouro, em Minas Gerais, fez com que o Rio de Janeiro se transformasse numa ponte entre as minas e a Europa.

No final do século XVIII, a cidade foi abalada por uma crise econômica, as minas já não produziam tanto e havia outros países sul-americanos que competiam com o Brasil na produção de cana-de-açúcar. Contudo, o cultivo do café, a chegada da família real, em 1808, e o conseqüente translado do governo português para a colônia deram um novo alento à economia da cidade. Nesta época, a realeza construiu igrejas e palácios. Na segunda metade do século XIX, a instalação de vias férreas trouxe um novo impulso à produção agrícola e de café, começavam a aparecer as primeiras indústrias no centro da cidade, a iluminação a gás e circulavam transportes com tração animal.

Ilha das Cobras em primeiro plano, c. 1921. Fotógrafo não identificado/ col. Gilberto Ferrez/ acervo IMS

Ilha das Cobras em primeiro plano, c. 1921. Fotógrafo não identificado/ col. Gilberto Ferrez/ acervo IMS

A cidade havia crescido bastante, no final do século XIX, contava com 800.000 habitantes e os problemas sanitários, de emprego, habitacionais e as constantes epidemias de varíola, tuberculose e febre amarela castigavam a então capital do Brasil. Em 1903, Francisco Pereira passos tornou-se prefeito da cidade. Durante sua administração foram criadas avenidas e parques e também um novo porto, casas sem condições adequadas de higiene foram demolidas levando a população pobre a viver nos subúrbios.

A cidade do Rio de Janeiro conheceu seu maior esplendor entre 1920 e 1950, quando pessoas do mundo inteiro vinham atraídas pela sua imagem romântica, seus cassinos e suas belezas naturais. Em 1960, deixou de ser capital do país.

Cristo Redentor e a cidade. De Fotos Públicas: foto Ricardo Stuckert

Cristo Redentor e a cidade. De Fotos Públicas: foto Ricardo Stuckert

Praia de Ipanema. De Fotos Públicas., foto de Alexandre Macieira/Riotur

Praia de Ipanema. De Fotos Públicas., foto de Alexandre Macieira/Riotur

Praia de Copacabana. De Fotos Públicas, foto de Ricardo Zerrner/Riotur

Praia de Copacabana. De Fotos Públicas, foto de Ricardo Zerrner/Riotur

Corcovado. De Fotos Públicas, foto de Alexandre Maciera/Riotur

Corcovado. De Fotos Públicas, foto de Alexandre Maciera/Riotur

Corcovado. De Fotos Públicas, foto de Alexandre Marciera/Riotur

Corcovado. De Fotos Públicas, foto de Alexandre Marciera/Riotur

Praia de Ipanema. De Fotos Públicas, foto de Alexandre Macieira/Riotur

Praia de Ipanema. De Fotos Públicas, foto de Alexandre Macieira/Riotur

Foto Rogério P.D. Luz

Foto Rogério P.D. Luz

Foto Rogério P.D. Luz

Foto Rogério P.D. Luz

Foto Rogério P.D. Luz

Foto Rogério P.D. Luz

Forte de Copacabana. Foto: Rogério P.D. Luz

Forte de Copacabana. Foto: Rogério P.D. Luz

Forte de Copacabana. Foto: Rogério P.D. Luz

Forte de Copacabana. Foto: Rogério P.D. Luz

Fontes:

InfoEscola: http://www.infoescola.com/autor/thais-pacievitch/29/

Fotos Públicas: http://fotospublicas.com/

Fotos antigas: http://blogs.odia.ig.com.br/rio-450-anos/galeria-fotos

2 comentários em “Rio de Janeiro: história e fotos no aniversário de 450 anos

  1. Miguel Fialho
    06/05/2015

    Muito bom, parabéns.

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Rogério P. D. Luz, macaense-português de Macau, ex-território português na China, radicado no Brasil por mais de 40 anos. Autor dos sites Projecto Memória Macaense e ImagensDaLuz.

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O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

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