VISTA SOBRE MACAU A PARTIR DO MERCADO DE SÃO DOMINGOS
Década de 1940
NOS FINAIS dos anos de 1930, Macau contava com pouco mais de 157 mil habitantes. A Zona de Aterros do Porto Exterior (ZAPE) ficava então concluída em 1936, numa altura em que também se aumentava o aterro existente entre a península de Macau e a Ilha Verde. Quatro anos mais tarde, estavam concluídas as obras do aterro da Praia Grande. Com o eclodir da Se-gunda Guerra Mundial (1939-1945), da Guerra Sino-Japonesa (1937-1945) e da Guerra do Pacífico (1941-1945), a população de Macau duplicou, ultrapassando, nos finais de 1940, os 245 mil habitantes, graças a uma grande leva de refugiados do Sudeste Asiático. As transformações urbanas acentuaram-se então com novos arruamentos e com obras de saneamento básico, mas com a falta de espaço para abrigar tamanha população, a cidade começou a trepar pelas colinas mais altas, como a da Guia. O progresso fazia-se também sentir na vida económica da cidade. No período pós-guerra, o jogo começou a proliferar, complementando as receitas das indústrias tradicionais do peixe seco, dos panchões e do cimento.
* Origem: Revista Macau de Agosto de 2014 – foto do Arquivo Histórico de Macau
Rogério P D Luz, amante de fotografia, residente em São Paulo, Brasil. Natural de Macau (ex-território português na China) e autor do site Projecto Memória Macaense e o site Imagens DaLuz/Velocidade.


Memória - Bandeira do Leal Senado - para nunca ser esquecida -CIDADE DO SANTO NOME DE DEUS DE MACAU, NÃO HÁ OUTRA MAIS LEAL- Esta é a antiga bandeira da cidade de Macau do tempo dos portugueses, e que foi substituída após a devolução para a China em Dezembro de 1999
O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau (ex-território português na China por cerca de 440 anos e devolvida em 20/12/1999) sua história e sua gente.
Macaense – genericamente, a gente de Macau, nativa ou oriunda dos falantes da língua portuguesa, ou de outras origens, vivências e formação que assim se consideram e classificados como tal.
*Autoria de Rogério P.D. Luz,, macaense natural de Macau e residente no Brasil há mais de 40 anos.
Escrita: língua portuguesa mista do Brasil e de Portugal conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.


cartaz de Ung Vai Meng

O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

ESTE ANO, NA FESTA EM HONRA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS,A PROCISSÃO VOLTOU A SAIR À RUA Texto e fotografias de Manuel V. Basílio Este ano, realizou-se no dia 8 de Outubro, na igreja de São Lourenço, a festa em honra de Nossa Senhora dos Remédios, que até meados do século passado era a principal […]

Não poderia este blogue deixar de fazer mais um registo histórico de uma tradição mantida na Macau do ano de 2023, hoje, território da República Popular da China. Assim, o nosso colaborador, Manuel V. Basílio, macaense residente em Macau, nos dá o relato, com fotos, sobre a procissão de Nossa Senhora de Fátima realizada no […]

No Anuário de Macau do ano de 1962, nas páginas finais, vários anúncios publicitários encontravam-se publicados, os quais, reproduzimos abaixo para matar as saudades de quem viveu aquela época de ouro, ou então, para curiosidade daqueles que possam se interessar em conhecer, um pouco mais, aquela Macau de vida simples, sem modernidade, mas, mais humana.

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