Cronicas Macaenses

Blog-magazine de Rogério P. D. Luz, de cara nova

Crónica de um casamento de macaenses em São Paulo no Brasil

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 01Crónica de um casamento de macaenses em São Paulo no Brasil

Texto e fotografia (photos by) de Rogério P.D. Luz

Atualização 05/10/2015 – Publicado no Jornal Tribuna de Macau edição de 05/10/2015 – veja no link abaixo

http://jtm.com.mo/opiniao/um-amor-de-61-anos-entre-macaenses-culmina-em-casamento-em-sao-paulo/

* Crônica – em português falado no Brasil

Casar na igreja era o que faltava para encerrar com chave de ouro uma história de amor de dois macaenses que teve início em Macau, no ano de 1954. Passados 61 anos, o sonho se realiza, e teve o seu desfecho em São Paulo, no Brasil, em 5 de Setembro de 2015. Isto é o que vou contar para vocês.

Uma espera serena por todo esse tempo, assim foi para Chicói, e para a Mariazinha, a vida deu voltas, mas voltou à origem do seu primeiro grande amor. Isto nos mostra que, enquanto houver vida e esperança, existe a possibilidade de acontecer o que deseja, o que sonha.

Tudo começou num daqueles bailes que era moda em Macau nos anos 50.  O irmão da Mariazinha: Antoninho Lopes, conhecido por “Pedro Lobo”, promoveu um party, como se costumava chamar em bom inglês na antiga colônia portuguesa em território chinês, na casa de Mário Gomes, e lá estava ela com expectativa de conhecer e se relacionar com o Chicói. Ela já se sentia atraída por ele desde os 16 anos, e agora aos 18, finalmente, achava que era hora de conhecê-lo.

O Chicói, alcunha de Francisco Xavier da Silva Madeira de Carvalho, membro da Polícia de Macau, era um gajo popular entre as mulheres por ser um bom dançarino e também pelo uniforme que trajava, como pela sua participação na banda da corporação. A Mariazinha, ou seja, Maria Conceição Aquino Lopes, aluna do Colégio de Santa Rosa de Lima, para sua tristeza, não era percebida pelo jovem macaense, ex-aluno do Colégio Dom Bosco e da Escola Comercial.

Mas o destino encarregou-se de consertar esta situação, e as preces dela, tímida, católica devota, educada pelas freiras na Santa Rosa e no Colégio Canossiana, iriam ser atendidas. E aconteceu naquele baile! O Chicói estava lá acompanhado do seu amigo António Sales, o “general”, e ambos queriam convidar a bela M.A. Ferreira para dançar. Só que o “general” foi mais rápido, chegou antes, e para não ficar de mãos vazias e sem graça, o jovem macaense nascido em Timor Leste, acabou por convidar a moça que estava sentada na cadeira vizinha , e quem era ela? A Mariazinha! Sorte dela, a lentidão dele deu início à história de amor que tanto sonhava. “Graças a Deus” exclamava, o que seria azar ao perder a disputa para o amigo “general”, o fez ter conhecido o seu “amor à primeira vista” quando a teve nos seus braços para aquela dança, a dança do amor.

O namoro, intenso e vibrante, durou cerca de sete meses e desfez-se com a ida da Mariazinha nos seus 19 anos de idade a Hong-Kong à procura de trabalho, como tantos macaenses o fizeram na época. Era preciso ajudar a mãe, pois perdera o pai aos 13 anos de idade.

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 14

Em Macau, o Chicói, sujeito um tanto reservado, entristecido, ainda namorou outras mulheres mas nada sério que o convencesse a se casar. No íntimo, nutria a esperança de um dia, quem sabe, poder se casar com aquele “amor à primeira vista de um baile de 1954”.  Como ele comentava: “Enquanto ela estiver viva, tenho chance“.

Lá na vizinha colônia britânica, Mariazinha conheceu um oficial da RAF-Royal Air Force, com quem se casou no civil e também no religioso em Macau, na Sé Catedral. Juntos tiveram a filha Julie, e após alguns meses viajaram para a terra natal dele na Inglaterra, mas a união não deu certo. Separaram-se e ela voltou para Macau.

Na sua terra natal conheceu um militar português e decidiram tentar uma vida nova no Rio de Janeiro, onde se casaram no civil pela lei brasileira. Entretanto a união não deu certo e decidiram se separar após 12 anos. Ele retornou a Portugal e a Mariazinha permaneceu no Brasil com a mãe e a filha, onde conseguiu ter empregos de alto nível.  Trabalhou por vários anos na Embaixada Americana e depois como secretária do 2º homem mais importante do Brasil na época, o Chefe da Casa Civil do Governo Geisel: General Golbery de Couto e Silva.  E, novamente, o destino veio a bater as portas dos antigos namorados do baile de 1954, e lhes deu uma segunda chance.

Os dois que já vinham trocando correspondências, perceberam que a chama de amor ainda não apagara. Assim, entenderam que era chegada a hora do reencontro e viver o resto de suas vidas juntos. Daí veio a sugestão de emigração do Chicói para o Brasil.

Aposentado da Polícia como Chefe da Esquadra da Policia da Segurança Publica sediada na Rua Central, Chicói, solteirão, na ocasião com 44 anos, viu  que a espera silenciosa acabara. De 1954 a 1977, foram 23 anos. Não pensou duas vezes, juntou as suas tralhas e rumo ao Brasil.

No aeroporto de São Paulo, já que Mariazinha mudara-se do Rio para a capital paulista para abrir e chefiar a filial da empresa do seu trabalho, esperava, trémula e emocionada, a chegada do Chicói, e como apoio, pediu que a acompanhasse os amigos macaenses Chico Marques e Clemente Badaraco.

O reencontro foi um momento lindo, ambos a olhar um para o outro e sentindo as emoções vividas há 23 anos atrás e recheadas de detalhes e histórias vividas em Macau. Fato que, seis meses depois, selaram a união casando-se no civil, mas o casamento na igreja não podia ser realizado. A  Mariazinha tinha contraído matrimônio no religioso com o oficial inglês. Pelas leis da igreja católica, somente seria possível novo casamento com o falecimento de um deles. Ficou aí uma pendência nas suas vidas.

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 16.1

Num belo dia, nas suas pesquisas pela internet, a Mariazinha cismou em digitar o nome do ex-oficial inglês e qual foi a surpresa ao ver a notícia do seu falecimento. Mesmo entristecida com a constatação, escreveu para a família do falecido na Inglaterra a pedir que enviasse a certidão de óbito, possibilitando assim o seu casamento religioso.

Tinha as suas dúvidas que seria atendida, pois não se conheciam, mas a certidão veio pelos correios. Agora, enfim desimpedida conforme as regras da Santa Madre Igreja Apostólica Romana, o simpático pároco Pe. Rodrigo Sote da Paróquia Imaculado Coração de Maria, igreja que frequentam regularmente, logo marcou o casamento que seria o primeiro a celebrar de um casal dessa idade, a Mariazinha com 79 anos e o Chicói com 82.

Finalmente chegou o dia da realização desse sonho que perdurou por 61 anos. Em 5 de setembro de 2015, Mariazinha entra na igreja nos braços do seu terceiro neto ao som da canção “Maria” de Johnny Mathis, e no altar, Chicói, emocionado, a aguarda para juntos receberem a benção de união. A cerimônia cheia de emoção, poucas vezes contida, ainda teve outro ponto de destaque quando o pequeno bisneto entrou carregando as alianças para selar em definitivo a união dos dois.

Bem que gostavam que fosse feita uma cerimônia e festa de pompa com muitos amigos e conterrâneos, mas com pouco espaço na residência e recursos limitados, fizeram a recepção com a árdua tarefa de selecionar aqueles de relacionamento mais próximo. E, como não podia faltar numa casa tipicamente macaense, foram servidas para degustação iguarias da terra natal, a lembrar antigas festas de Macau.

Assim termina esta crónica macaense que teve como origem um “party de 1954” em Macau e atravessou três oceanos para outro lado do mundo, no Brasil, para ter um final feliz.

  • Mariazinha é a “dama do patuá (dialecto de Macau)” da comunidade macaense de São Paulo, responsável e autora de várias peças teatrais em patuá apresentadas na Casa de Macau de São Paulo. Chicói, em Macau com a alcunha (apelido no Brasil) de ‘Carambola”, nasceu em Timor Leste, porém lá ficou por seis dias e depois seus pais macaenses retornaram a Macau. O pai era capitão de Marinha Mercante e estava a serviço no Timor com a família.
  • Este blog tem a peculiar característica de misturar o português falado no Brasil e em Portugal, pela sua residência no País de acolhimento e pela origem na antiga colônia portuguesa. Agradece-se a compreensão.

(clicar nas fotos menores para ampliar)

A entrada de Chicói com a Julie na igreja

A entrada de Chicói na igreja acompanhado da Julie, a filha da Mariazinha do 1º casamento

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 101

Acima e abaixo – os padrinhos Manuel e Yolanda Ramos caminham para o altar e fazem companhia ao padre Rodrigo Sote e o Chicói que aguarda ansioso pela entrada da noiva Mariazinha:

Chicói a aguarda no altar com o Padre Rodrigo Sote e os padrinhos do casamento Manuel e Yolanda Ramos

Chicói a aguarda no altar com o Padre Rodrigo Sote e os padrinhos do casamento Manuel e Yolanda Ramos

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 03

Mariazinha caminha para o altar nos braços do seu terceiro neto Brian

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 10

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 108

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 11

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 112

 

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 120

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 121

A família de Mariazinha e Chicói reunida

A família de Mariazinha e Chicói reunida

Com os padrinhos

Com os padrinhos

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 17

Mariazinha e Chicói com amigos e família

A recepção na residência de Chicói e Mariazinha

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 202

Mesa farta com iguarias como ‘ló pak kou’, ‘siu mai’, bolinho de bacalhau, somoza, ‘char siu’, macarrão transparente chinês, ‘si iau kâi’, pastel de nata, ‘mâi fan’, arroz chau chau, empanados de camarão, entre outros doces e salgados.

O bolo de casamento foi feito pela filha Julie, que também preparou outros pratos, revelando sua vocação para a gastronomia, tanto a macaense, chinesa, brasileira e por aí ...

O bolo de casamento foi feito pela filha Julie, que também preparou alguns pratos, revelando sua vocação para a gastronomia, tanto a macaense, chinesa, brasileira etc. … As amigas também contribuíram com pratos salgados e doces.

O padre Rodrigo Sote cantou umas canções, depois do neto Brian ter cantado 'Macau - terra minha' (que está em vídeo a editar)

O padre Rodrigo Sote cantou umas canções, depois do neto Brian ter cantado ‘Macau – terra minha’ (que está em vídeo a editar)

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 20

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 21

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 19.1

 

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 206

Em ‘off’, preto&branco e foto antiga

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 100

O padre Rodrigo também é adepto a selfie , isto antes do início da cerimônia do casamento

Tal como as fotos antigas de casamento de Macau nos até os anos 60, em preto&branco.

Tal como as fotos antigas de casamento de Macau até os anos 60, em preto&branco. Entre os amigos, estava o fotógrafo e autor deste blog atrás da câmera o tempo todo.

foto antiga descolorida

foto antiga descolorida

Casamento igreja Mariazinha e Chicoi 202.1

Tal como os velhos tempos de Macau: uma mesa típica macaense

O autor do blog e das fotos com o casal e esposa

O autor do blog com o casal e esposa, e que fez as fotos e a publicação por pura amizade e solidariedade ao casal Mariazinha e Chicói. Vale ressaltar que também a Rosa Cruz fotografou o evento conforma aparece nas fotos.

Um brinde e obrigado por ver a postagem até aqui, no finzinho

Um brinde e obrigado por ver a postagem até aqui, no finzinho. Um final feliz de uma história de amor que durou 61 anos para chegar a este brinde e saudação à vida em que há esperança.

  • Atualização 02/10/2015 – Comentários no Facebook:

Ambrosio Tang Linda história de amor, tal como das fantasias contadas em romances, parabéns ao NEO casal Chicói e Mariazinha. Forte abraço e bjs. e um muito obrigado ao incansável fotógrafo e historiador Rogério da Luz, a quem peço transmitir os meus cumprimentos ao Chicói, meu companheiro da infância e da escola.

Didi Jorge De Martini Giga, muitissimo obrigada por esta maravilhosa história! Conheço a ambos e gostei tanto de ver as fotos!

Jorge Eduardo Robarts (Giga): Achei muito interessante o relato da história de amor infinito do “Chicói” e Mariazinha, já que eu acredito que existem casais que aguardam durante dezenas de anos, até que a oportunidade real surja (como surgiu)…conheci quase todos os fotografados (especialmente o Clemente Badaraco e o Rogério Luz)) até porque são todos oriundos de Macau, como eu.Valeu a pena ler a incrível história deles e as fotos estão perfeitas. Parabéns a todos. Giga.

Idalia Rocha Que linda história de Amor, rara hoje em dia.Parabéns

Raquel Alves Kneebone Que grande história

Zinha Guilherme · MUITOS PARABÉNS AO ROMÂNTICO CASAL

Judite Abreu Dos Santos Felicidades

Silvina Santos Felicidades

Edite Martins Uma bela história, e que o sonho desse casal poderem oficializar o casamento na igreja católica. Muitos parabéns e muitas felicidades ao casal. Bem haja.

Marina Barros linda história de amor

Carlos Lemos Muitos parabéns e desejos de muitas felicidades. God Bless.

Rui Francisco Meus parabéns atrasados ao “Carambola”(como a malta em Macau o conhecia)e chamavam-lhe. Muitos parabéns e que sejam e continuem felizes para sempre.Agora sim legalmente marido e mulher e pela IGREJA(porque como católicos) fica mais completo.E melhor.

Raquel Alves Kneebone · Que grande história

Berta Sousa Muitos Parabéns

Rita M Carvalho Luz He’s the spitting image of our beloved father!

Teresa C Braga the lady looks so familiar!

Nuno Andre E Veni Nosso tio Chicói

Adilia Lee Parabéns tio. Muita felicidade e beijinhos

  • Atualização 04/10/2015 – Comentários no Facebook e emails recebidos:

Isabel Simoes Muitos parabens ao casal

M Vitoria Lemos Muitos parabéns, saúde, felicidades e bençãos ao casal!

Celestina Rocha PARABÉNS, sejam felizes !

Teresa C Braga Beautiful love story. I remember them

Alfredo Maria da Silva Parabéns!

Lisete Sousa

Ana Fernandes · Parabéns aos noivos, família e ao autor desta crônica tão linda. Linda pela história, pelo exemplo de perseverança e lição de vida…que concretiza o velho ditado, “quem espera sempre alcança”  Felicidades para os noivos.

Eduardo da Silva Parabéns ao casal e desejando-lhes muitas felicidades !!! Um exemplo a ser seguido.

Maria Julia Steiner LINDO!

Henrique Manhão … as minhas cordiais felicitações à Mariazinha e ao Chicoio, também conhecido por carambola …

Delano Pereira … Felicito-te por uma Crônica bem escrita e bem acompanhada por fotos bestiais, como nós dizíamos naquele Macau da juventude … Muito boniteza. Love Story Macanese Style.

 

 

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4 comentários em “Crónica de um casamento de macaenses em São Paulo no Brasil

  1. Rui Francisco
    01/10/2015

    Bonito casamento de macaenses no BRASIL de “Chicói”(mais conhecido antigamente antes de ir pró Brasil de “Carambola” Carvalho,mas depois mudou para CHICÓI como ficou mais conhecido.Ele próprio deverá lembrar ou recordar do meu pai em vida(foi até Comissário da PSP de Macau) e faleceu aos 85 anos de idade,o deve ter conhecido nos seus belos tempos de Polícia em Macau.Porque o meu pai em vida era o português(europeu) mais antigo de Macau e até o padre Teixeira tinha menos tempo de Macau que o meu pai.E a falar de CHICÓI novamente esse seu casamento foi muito bonito e à macaense mesmo com muitos convidados alguns meus até conhecidos do tempo deles em Macau,como Manuel Ramos(padrinho)e sua exma.esposa,Roberto Gomes,colega do tempo de Escola Comercial,Rogério da Luz,meu amigo,e outros.Felicidades abraços e beijinhos a todos os meus conterrâneos e conhecidos.Gostei.

    • Obrigado pelo comentário Rui e or conta da sua informação vou acrescentar o ‘Carambola” como alcunha do Chicói em Macau. Abraços

  2. fernando ludovica camacho
    03/10/2015

    Muitos parabéns grande amigo Madeira de Carvalho . Que história de amor tão linda. Fiquei surpreendido quando em 1977 ao regressar de Portugal depois de gozar a licença graciosa , com a notícia de que tinhas ido para o Brasil . Ora se na altura já eras chefe da PSP , teria de existir algo muito importante para deixares Macau e a profissão que escolheste . Pois eu continuei e já estou reformado há 26 anos .
    Desejo-vos a continuação da felicidade que sempre vos uniu e que perdure por muitos e bons anos.
    Recebe um grande abraço cá do amigo Camacho .

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Rogério P. D. Luz, macaense-português de Macau, ex-território português na China, radicado no Brasil por mais de 40 anos. Autor dos sites Projecto Memória Macaense e ImagensDaLuz.

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O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

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