Cronicas Macaenses

Blog-foto-magazine de Rogério P. D. Luz,

Passeio a Paranapiacaba (SP) em dia de Festival de Inverno 2017

O relógio e a torre que lembra o Big Ben, foi fabricado pela Johnny Walker Benson, de Londres. É a marca registrada e a referência de Paranapiacaba.

O Festival de Inverno de Paranapiacaba na sua 17ª edição foi um bom motivo para revisitar a antiga vila inglesa, a misteriosa, com sua neblina constante a qualquer hora do dia, mas que transmite uma sensação de paz e sossego, especialmente se for visitá-la num dia de semana com poucos turistas.

A antiga vila ferroviária de origem inglesa, tombada pelo Patrimônio Histórico, faz parte do município de Santo André no Estado de São Paulo e por ela passava os trens em direção ao litoral paulista, tanto de carga como de passageiros que dá saudades, e ainda bem que pude viajar quando funcionava e que era emocionante a descida pela serra.

O festival funcionou nos dois dias dos finais de semana de 22 e 29 de julho, repletos de atrações musicais e culturais que perduravam até a noite, atraindo milhares de turistas que circulavam pelas suas ruas, ora cobertas por nevoeiro de toda dimensão ou com sol forte. O nevoeiro não afugentava o turista, ao contrário, dava o charme do festival com jeito londrino.

Havia apresentações musicais pelas ruas.

Opções de gastronomia é o que não faltava na vila, tanto em restaurantes de todo porte e gosto, ou espaços criados em antigos prédios ou em ruelas. Havia espaço para todos!

Pela grande variedade de atrações musicais valia a pena até visitá-la nos dois finais de semana, já que é perto de São Paulo e pela facilidade de acesso, e foi por trem comum da CPTM que nos deslocamos para lá e por ser fim de semana não estava lotado. A linha é a 10 com destino final em Riacho Grande, onde logo ao lado da estação sai uma linha de ônibus para Paranapiacaba numa viagem de 15 minutos. Devido ao festival, havia ônibus extras, inclusive articulados, com maior número de partidas. A viagem ferroviária partindo da estação inicial de Brás da CPTM dura cerca de 40 minutos. Se pegar trem turístico da Estação da Luz vai ter que reservar meses antes, algo difícil e trabalhoso.

Fotografia e edição de/photos by Rogério P D Luz

Um bom meio de transporte para ir a Paranapiacaba é por trem da linha 10 destino Riacho Grande.

A parte alta da vila.

A Rua Direita com restaurantes e praça de alimentação, e tenda com show musical.

O show da Rua Direita com a Banda Epaminondas

A Banda Epaminondas

O novo restaurante da Rua Direita e ao fundo a parte alta já começando a ser tomada de nevoeiro

Praça de alimentação e restaurante na Rua Direita

Contação de história – Imagem e Ação no Museu Castelo no topo do morro.

O Museu Castelo no topo do morro visto da passarela que passa por cima do parque ferroviário.

A mesma passarela citada acima.

Show da banda Teko Porã no Antigo Mercado

No Antigo Mercado havia comércio de alimentos e doces.

A cigana dançava na apresentação do Teko Porã

O Antigo Mercado à direita

O comércio dentro do Antigo Mercado

Comércio no Antigo Mercado

Comércio no Antigo Mercado

No Clube União Lyra Serrano havia várias atividades promovidas pelo SESC de Santo André

Clube União Lyra Serrano

Clube União Lyra Serrano

Outra apresentação musical na Rua Fox

Casa Fox (Engenheiro Daniel M. Fox foi o engenheiro responsável pela construção da ferrovia)

Na Casa Fox, mostra de arte Naif Nacional em Paranapiacaba

Outra praça de alimentação

Mais uma área para alimentação

Vistas de Paranapiacaba em dia de Festival de Inverno

Paranapiacaba surgiu como centro de controle operacional e residência para os funcionários da companhia inglesa de trens São Paulo Railway, esta companhia operava as estradas de ferro e realizavam o transporte de cargas e pessoas do interior paulista para o porto de Santos e vice-versa.

O velho vagão de trem que vai sendo consumido por ferrugem

A passarela que passa por cima do pátio ferroviário e a presença progressiva do nevoeiro

A Igreja Bom Jesus de Paranapiacaba que necessita de ajuda para uma boa reforma, foi triste ver o estado em que se encontra.

Coisas de Paranapiacaba que ainda dá para viver aquele jeito interiorano de tomar café e comer um bolo caseiro de fubá.

A parte alta da cidade que era ocupada por comerciantes e prestadores de serviço ao contrário da parte baixa onde residiam os funcionários da inglesa São Paulo Railway

Residência da parte alta

Vista da parte alta da vila

 

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Rogério P. D. Luz, macaense-português de Macau, ex-território português na China, radicado no Brasil por mais de 40 anos. Autor dos sites Projecto Memória Macaense e ImagensDaLuz.

Sobre

O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

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