Cronicas Macaenses

Blog-magazine de Rogério P. D. Luz, de cara nova

“Récita e Lingu Maquista” um artigo de Cecília Jorge em 1994

Qui-Nova Chencho - récita macaísta concebida por Adé dos Santos Ferreira - estreia no Teatro Dom Pedro V, durante o Carnaval de 1969

 

Uma autoridade nos assuntos sobre Macau e a sua gente macaense, entre tantos outros, Cecília Jorge escreveu um artigo em 1994, publicado na Revista Macau edição de Maio, que aborda o tema Teatro em Patuá, hoje candidata ao título de Património Intangível pela UNESCO.

Apesar de um tanto longo para uma postagem em blog, não poderia deixar de publicá-lo pois é bem elucidativo sobre o tema, hoje, novamente em voga, especialmente pelas récitas modernadas interpretadas pelo grupo teatral Dóci Papiaçám di Macau.

Que não deixemos morrer este nosso valioso patrimônio, com ou sem título da UNESCO, e que todos os macaenses se envolvam na sua preservação. Salve o lingu maquista!

Qui-Nova Chencho, 1969

Qui-Nova Chencho, 1969

RÉCITA E LINGU MAQUISTA

artigo de autoria de Cecília Jorge – Revista Macau Maio de 1994

A récita em patoá, na esteira das revistas à portuguesa, serve de veículo para uma sátira aos costumes, com maior propensão para uma crítica política mais ou menos – democraticamente – generalizada.

O ressurgimento das récitas em patoá no Teatro D. Pedro V, em Novembro do ano passado e, recentemente, em Abril, ao fim de um marasmo de quase 16 anos, bem como o acolhimento que tiveram por parte dos macaenses, no sentido restrito do termo, faz pensar no quão importante se torna a preservação de traços da identidade cultural para uma comunidade há muito em plena desagregação geográfica.

E a identidade cultural dos macaenses, ou macaístas, para se retomar o sentido original do termo, uma vez que macaense tem hoje em dia uma conotação mais vasta, manifesta-se de forma muito subjectiva, indirecta. Tem muito a ver com comportamentos, sentimentos, uma maneira de ser e de estar na vida a perante o mundo. E isso, na comunidade macaense, envolve sentido de humor e sátira.

A récita em patoá, na esteira das revistas à portuguesa aonde foi provavelmente buscar inspiração, pois que privilegia o humor, o falar popular, o picaresco e a linguagem libertina, serve ,de veículo para uma sátira aos costumes, com maior propensão naquela (a revista) para uma crítica política mais ou menos — democraticamente — generalizada. Trata-se, no fundo da manifestação de uma tendência inata, natural do hábito bem lusitano de exorcizar os males e minorá-los, de subverter o equilíbrio de forças pela via da troça e do riso, ridicularizando personagens e situações.

Serve também, como se verá, de forma de transmissão de recados, das mensagens com intuitos políticos ou sociais. Será uma forma indirecta de petição, uma chamada de atenção. É aí que a recita na língu maquista se afasta um pouco da sua congénere lisboeta actual, a qual se limita a zurzir figuras e a pôr a descoberto situações, sem grande preocupação de obtenção de resultados, mais ou menos palpáveis, mais ou menos imediatos.

Essa via indirecta de colocar os problemas, de intervir de forma mais subtil em busca de soluções será porventura proveniente da influência dos orientais, cujo sangue miscigenado corre nas veias dos macaenses. A convivência mais recente com os chineses, que passou pelo casamento, levou também à aprendizagem de uma forma convencionada como a mais correcta para o trato social. O cerimonial pacificante (neste caso, predispondo bem o destinatário ou destinatários, fazendo-os, pelo menos, sorrir) deve preceder a sensibilização de quem está situado a um nível mais elevado, de quem detenha o poder. E que talvez seja inabordável de outra forma.

Mas há igualmente o lado mais violento, ainda que subtil, da crítica, quando se trata da denúncia de uma situação, de uma tentativa de defesa. A crítica implícita nas récitas, de um modo geral, não representa um ataque que parte do indivíduo, isolado, brotando antes do sentir geral de um grupo, ou mesmo maioria, de uma comunidade.

Assim se compreende que na actualidade questões como a nacionalidade dos portugueses do Oriente desprovidos de passaporte nacional, o futuro dos macaenses de origem portuguesa e outras questões pertinentes hajam sido abordadas de forma tão aparentemente ligeira em peças recentes, representadas no teatro D. Pedro V, por iniciativa de mais um grupo de amadores. Outros temas foram abordados em épocas mais remotas, ainda que não de forma tão pública e certamente não num palco.

Mas não vejamos, na récita em dialecto macaísta, apenas a roupagem para uma forma de intervenção política, ou social.

A récita nasceu sobretudo na altura em que surgiu uma necessidade de divertimento, quer por parte dos actores ad hoc, quer dos participantes e do público — constituído, como é óbvio, numa urbe de dimensões tão limitadas como Macau, por familiares, parentes, amigos e conhecidos. Brotou do gosto de se divertir à custa dos outros e de si mesmo, da necessidade de fazer esquecer, ainda que por poucas horas, eventuais problemas do dia-a-dia, épocas de crise.

Ainda que as suas origens se possam situar em meados deste século (os textos publicados em patoá nos pasquins são muito mais remotos, surgindo em princípios do século XIX), não estranha que tenham coincidido, se não exclusiva, pelo menos preferencialmente, com a época do Carnaval. Incidiam precisamente no chamado Micaréme (a meio da Quaresma). E associavam-se assim à folia, ao desfile das tunas e dos mascarados (os bobos) pelas ruas, aos “assaltos” nocturnos a residências onde o anfitrião obsequiava os foliões, e às famosas festas carnavalescas do Clube de Macau, Clube União, Clube dos Sargentos, entre outras.

Mas a sátira aos costumes, com ridicularização das personagens (ou figuras públicas) mais propensas a suscitar gargalhadas da audiência, foi sempre uma constante. Eram, e continuam a ser, personagens-tipo das recitas, os velhos mulherengos, ou retrógrados, a velha rabugenta, as moças garridonas (atrevidas), as crianças precoces, os travestis.

Não exclusivo das récitas, os diálogos e as letras das cantilenas (já em princípios do século passado) eram geralmente anónimos, ou assinados por quem, não pertencendo à classe (modesta ou média) falante do macaísta cerrado (eram, geralmente, homens de letras ou com certo grau de cultura literária), procurava reproduzir esse falar mais popular e, se assim se pode dizer, o patoá mais castiço.

Opereta cómica em patoá, anos 60

Opereta cómica em patoá, anos 60

Cantilenas, cartas e poetas

João Feliciano Marques Pereira, um dos que mais se interessou pelo estudo do dialecto macaísta em finais do século passado, princípios deste, refere que o dialecto, então ainda falado no seio das famílias macaenses, se apresentava sob três formas distintas: o macaísta cerrado, ou puro, falado principalmente pelas classes baixas; o macaísta modificado pela tendência a aproximar-se do portugues corrente, e usado pela gente mais polida e que tinha maior contacto com os reinóis (a gente do reino) e ainda o macaísta fatiado pelos chins.

Marques Pereira coligiu e publicou, em Ta Ssi Yang Kuo — Arquivos e Anais do Extremo Oriente Português (1889-1902), -cantilenas, cartas, poemas e outros textos picarescos que surgiam usualmente em pasquins, feitos por gente que não era levada a isso pela intenção científica; mas que empregava o dialecto como meio para meter em maior ridículo as pessoas visadas nos mesmos pasquins. Tratava-se de textos esporádicos dedicados a assuntos picarescos e de cenas da vida íntima (de alguns) dos habitantes da colónia. Publicou-os também Adolfo Coelho em vários artigos, no Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa.

Marques Pereira lamentava-se que o macaísta puro, o de maior interesse para os linguistas e filólogos, o que constava das cantilenas populares, dos contos e histórias (a que denominavam estória rainha), as lenga-lengas, adivinhas, os provérbios e os ditados, se tivesse já perdido irremediavelmente pela falta de interesse e desatenção generalizada.

Não há, infelizmente, informação da forma como circularam alguns dos textos mais antigos que chegaram até aos nossos dias (graças, sobretudo a Marques Pereira e a J. Leite de Vasconcelos) dos macaenses Antonino Haggesborg, tabelião de contas no princípio do século XIX, e de José Baptista de Miranda e Lima, seu contemporâneo e professor de Português e Latim.

Miranda e Lima, conotado como independentista ferrenho numa época muito conturbada em Macau (de reacção ao absolutismo e ao despotismo), e que deve ter sido uma personagem curiosa e

interessante, foi autor, entre outros, de textos divertidíssimos e com títulos curiosos como Alectorea ou Poema das Galinhas, e Diálogo entre Dous Pacatos na Rua Direita na Noite de 13 de Mayo de 1824, todos de crítica política.

Não custa muito imaginar, sabendo-se que nessa altura eram frequentes os serões passados em tertúlias caseiras, a leitura do diálogo por parte dos autores — mantendo todo o chiste do patoá — ou por parte de todos os que se encarregaram de fazer circular aquela divertida sátira em verso de pé quase quebrado.

Hula-hula de travestis, anos 60

Hula-hula de travestis, anos 60

Os padrões Luso e Oriental

Vestígio forte de uma identidade cultural muito própria, o dialecto macaísta, está profundamente enraizado na maneira de ser, de sentir, e no modo de encarar a vida de uma comunidade híbrida luso-oriental, mas perfeitamente demarcada, ainda hoje, quer do componente-padrão luso, quer do oriental.

Tal poderá explicar o facto de presentemente, e apesar da certeza de o maquista cerrado ser efectivamente uma língua morta, subsistirem, ao longo de gerações sucessivas, tentativas, ainda que esporádicas, para o ressuscitar, indo procurar um léxico próprio e a pronúncia que se convenciona mais verosímil e correcta. O dialecto servirá assim os interesses que sempre serviu: transmissão exacta de uma mensagem e de imagens, da forma mais entendível, mais perfeitamente compreensível para audiências oriundas dessa mesma comunidade. Porque o sentir assim transmitido é o mesmo, e as reacções que provoca, semelhantes. O sentido de humor do filho de Macau, a sua capacidade inata de “ser engraçado”, foi-se transmitindo, quase se diria, geneticamente, bem como a perspicácia, a sua capacidade de crítica, nem sempre evidente porque parcimoniosa, e um instinto de sobrevivência bem acentuado.

Os participantes eram e continuarão a ser, talvez, pela própria razão de ser das recitas, actores amadores. Tal como jovens estudantes que participavam em peças teatrais no liceu e noutros estabelecimentos do ensino secundário, assim pessoas de interesses e profissões diversas foram, ao longo dos tempos, sendo arrebanhadas pelos amigos e consócios das associações e clubes, para participar na preparação e apresentação de uma récita “de fazer rebentar a rir”.

Coexistindo com as récitas carnavalescas em dialecto macaísta, representadas usualmente nos clubes (e alguns dos que nelas participaram, na década de 50, Alfredo e Álvaro Silva, Fernando Rocha, Jorge Grave Leite, Fátima Soveral, D. João de Vila Franca e Fernando Correia Marques, ainda estavam com grande entusiasmo, dez, vinte ou trinta anos depois…), outros grupos de teatro havia, muito activos, a apresentar comédias, mas já na língua portuguesa, que não em patoá. Foi na época movimentada (e fértil, em termos culturais) de meados dos anos 30 (o “Grupo de Amadores de Teatro” — de que ainda temos um participante sobrevivo: Danilo Barreiros — proporcionou bons momentos de teatro à pacata cidade do Nome de Deus, a crer na imprensa e nos relatos de quem assistiu). Mais tarde, no após-guerra, outro grupo retomou, nos anos 50, a actividade dos Amadores de Teatro. Nessa altura, Cassiano Fonseca, Antonieta Pacheco Jorge e o casal Néri, entre outros, arrancavam gargalhadas ao público do D. Pedro V, tal como, em Lisboa, Laura Alves e Vasco Santana o faziam no palco, com peças de Gervásio Lobato e André Brun.

Mas voltando ao patoá, um dos exemplos de perseverança, já citado noutro apontamento a propósito de recitas, é José dos Santos Ferreira, mais conhecido por Adé, nominho que a ele sempre se manteve “agarrado”, na boa tradição macaísta, em detrimento dos outros nomes.

Moveu-o, tal como aos seus antecessores, a necessidade de fazer ressuscitar o patoá, a língu maquista, como condição sine qua non para reavivar o convívio na comunidade. Mas, ao preferir a forma do maquista cerrado, o que o levou a investigar a fundo os poucos registos existentes, a consultar as velhas nhonhonhas que então ainda o falavam nos lares, e a prescrutar a memória da infância e adolescência, num esforço para reproduzir tons e sons familiares, Adé deparou-se com a dificuldade em transmitir inovações servindo-se apenas do léxico existente. Macau modernado incluía coisas impensáveis outrora (quando o falar ainda resistia, com força), como helicópteros, pontes, aranha-céus, automóveis… Reinventou então o patoá, procurando servir-se da mesma estrutura linguística, afinal tão rudimentar.

E foi vasta a sua actividade, dedicou-se à poesia, à prosa, escreveu letras para canções, “traduziu” poemas e sonetos, gravou cassetes para programas radiofónicos. Algumas das últimas récitas apresentadas em Macau deveram-se ao seu esforço (com a colaboração de outros interessados) para reavivar e transmitir assim o espírito subjacente às récitas em patoá: um esforço de afirmação e a partilha de uma identidade através do seu dialecto próprio, ainda que falado, tal como dantes, apenas em círculos restritos.

Recita e Lingu Maquista teatro patua (07)

Foi assim no Carnaval de 1960 quando o grupo cénico ad hoc do Clube de Macau (cerca de 30 elementos) parodiou músicos latinos e dançarinas havaianas (as Nina-nina di Hauai e o corpo de baile do Minuete ainda hoje são relembrados com sonoras gargalhadas por alguns dos participantes, como Henrique de Senna Fernandes e Johnny Reis). Nesses conjuntos brilharam ainda José dos Santos Ferreira, Américo Córdova, Armando Basto, Gastão Barros, Herculano (Josico) Rocha, Hugo e Álvaro Sales da Silva, Pedro H. Lobo, Jorge Robarts, Alberto Magalhães e António Maria da Conceição.

Um quadro com diálogo mais ou menos inofensivo, de sátira aos costumes, que não política (estava então atenta a Comissão de Censura), foi Mui Mui-sa Neto (o neto de Mui-mui), em que imperava a versão macaense do menino malicioso e traquinas, buniteza da avó.

Interessante foi então a opereta Cabo Tamêm Sã Genti. Chamava-se o cabo Procópio (Américo Córdova), jovem de bigode empinado que se perdia de amores por Nina (Adé dos Santos Ferreira), contra a vontade do pai desta (Arnaldo R. da Silva) e com uma certa cumplicidade por parte da mãe (Álvaro Silva). O tema do namoro contrariado entre um militar português e uma jovem da terra era, aliás, uma constante em peças e textos escritos na língu maquista.

Em 1977, na apresentação de Nhum Velo (o senhor, ou homem velho) no D. Pedro V, também promovida pelo Clube de Macau, mas já referida então como revista e não como récita, Adé voltava a escrever letras para as canções, árias, e alguns quadros, sendo Jorge Eduardo Robarts o autor de “Diálogo entre dois velhos amigos” e tendo José Silveira Machado adaptado “Os inquilinos do Sr. Zacarias” de José da Câmara Manuel.

Jovens e bonitas majorettes, que não travestis, a Tuna Macaense com guitarras e bandolins, exibições trapalhonas de pelota basca, e comédias divertidíssimas a focar o tema do confronto entre gerações, do marido receoso da mulher, do velhote bisbilhoteiro, foram alguns dos números do programa. Muitas das letras que José dos Santos Ferreira adaptou e musicou então, deitando mão a canções então em voga, entre as quais a “Casa Portuguesa”, cantada por Amália Rodrigues, e “Release Me”, de Engelbert Humperdinck, foram lançadas nessa altura (” Unga Casa Macaísta” e “Cavalo na Mato”).

Mas, para além destas, hoje, para além de alguns programas e fotografias que parte dos participantes guardou religiosa mas ciosamente, dos pouco elucidativos recortes da imprensa local, e da mais ou menos rica memória dos sobreviventes, pouco resta das récitas mais antigas que nos possa permitir uma análise mais atenta das questões de fundo da comunidade que nelas tanto se deleitava. Os macaenses vivem o presente, com a nostalgia do passado… o futuro, que venha.

E não será, afinal, mais consentâneo com a maneira de ser, de sentir e de viver dessa comunidade? O exercício de uma identidade cultural na autodeclaração colectiva como comunidade demarcada e distinta, com um passado e raízes quadrisseculares?

Recita e Lingu Maquista teatro patua (06)

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Rogério P. D. Luz, macaense-português de Macau, ex-território português na China, radicado no Brasil por mais de 40 anos. Autor dos sites Projecto Memória Macaense e ImagensDaLuz.

Sobre

O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

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