Cronicas Macaenses

Blog-magazine de Rogério P. D. Luz, de cara nova

Paranapiacaba, um passeio com nevoeiro e chuvisco

Paranapiacaba (07)

A ponte metálica que liga a parte alta e a parte baixa de Paranapiacaba, passando sobre a linha ferroviária

 (veja outra postagem “Paranapiacaba, lugares e detalhes” com mais fotos)

Visitar a vila de Paranapiacaba é fazer um passeio à história da primeira ferrovia do estado de São Paulo, cuja construção coube à inglesa São Paulo Railway no final do século XIX.  A companhia operava a estrada de ferro que realizava o transporte de cargas e de pessoas do interior paulista para o porto de Santos e vice-versa.

Situada quase ao sopé da Serra do Mar, Paranapiacaba pertence ao município de Santo André, apesar de estar mais próxima da cidade de Rio Grande da Serra.  Nos tempos em que existia o transporte de passageiros por trem para Santos, o trajeto era feito pela cidade e a descida da Serra do Mar era uma aventura contemplando belas paisagens.  Um trem chamado de “locobreque”, autêntico trator, tinha a função de frear a composição na descida da serra, que simultaneamente puxava outra que subia. Hoje continua funcionando, porém apenas para transporte de cargas, uma vez que lamentavelmente foi desativada aquela destinada a passageiros, mas tive sorte de viajar nela enquanto operacional.

A nossa visita à vila ocorreu num dia nublado, que poderia ser um sinalizador que haveria nevoeiro ou neblina, mas por teimosia lá rumamos embora imaginava que poderia fazer boas fotos e depois limpava o tempo no início da tarde, o que não ocorreu.  Um forte nevoeiro com chuviscos alternados durou o dia inteiro, e o resultado: boas fotos como imaginava, mas era tão forte que mal enxergava 50 metros à frente e forçou o uso de capa de chuva e proteção à máquina fotográfica. Não deu para ver o relógio tipo Big Ben de jeito nenhum e nem sonhar as vistas panorâmicas. Fica devendo um novo passeio em tempo claro e céu azul.

Paranapiacaba (43)

A alternativa mais fácil para ir a Paranapiacaba é pela linha regular de trem da CPTM da Estação Brás à Estação de Rio Grande da Serra (foto). Viagem em 55 minutos.

Alternativas para a viagem

O que muita gente almeja, como nós, é viajar pelo trem turístico que parte uma vez por semana, aos domingos, da Estação da Luz.  Porém é dificílimo conseguir uma vaga, mesmo com dois meses de antecedência como é permitido. Caso tenha sorte, tente pelo site da CPTM (Cia. Paulista de Trens Metropolitanos).

O que é mais prático e sem precisar de agendar, é a linha regular e diária da CPTM na Estação do Brás (mudou, saía da Luz), ponto inicial com acesso pelo metrô na estação de mesmo nome, e desça na Estação de Rio Grande da Serra, o ponto final.  A viagem dura 55 minutos.  Lá, saindo da estação, atravesse a linha do trem, pegue a direita e depois à esquerda e logo verá os ônibus azuis que levam a Paranapiacaba numa viagem de cerca de 20 minutos.  É cobrada a tarifa urbana.  Se perguntar a qualquer pessoa, como fizemos, receberá orientação para localizá-los. O ponto final do ônibus é na parte alta da vila, avistando logo em seguida a Igreja à direita.

Para ir de carro, melhor se orientar pelo mapa do Google, embora pela minha pesquisa, não é tão difícil assim. Mas ir de trem é mais característico, pois fica parecendo viagem ao tempo, à nostalgia e romântico, mesmo pela linha regular. Não são tão modernos como aqueles que vão para Mogi das Cruzes que parecem metrô, mas são aceitáveis pois tem mais barulho de “trem”.

Para nós, saindo de casa até a vila, via metrô-trem-ônibus, durou pouco menos de duas horas.  Não tão tanto tempo assim, para quem está acostumado com esta cidade grande de São Paulo de longas distâncias.

O interior da composição da linha regular de trem da CPTM

O interior da composição da linha regular de trem da CPTM

Em Rio Grande da Serra, para pegar o ônibus para Paranapiacaba: atravesse a linha do trem, vire à direita e depois à esquerda e vai ver os ônibus azuis, conforme podem visualizar pela foto.

Em Rio Grande da Serra, para pegar o ônibus para Paranapiacaba: atravesse a linha do trem, vire à direita e depois à esquerda e vai ver os ônibus azuis, conforme podem visualizar pela foto. A viagem demora cerca de 20 minutos e paga a tarifa de R$ 3,05 (em agosto/2014)

(Fotografia de/Photos by Rogério P.D. Luz)

 Fotos e postagens

Vou dividir as fotos e textos explicativos sobre Paranapiacaba em duas postagens. Nesta, uma visão geral de como vi a cidade através do nevoeiro, e noutra sobre atrações específicas, como Clube Lira, a Igreja. E após nova visita com céu azul, volto a postar sobre a cidade, espero, com vistas panorâmicas, o Big Ben paranapiacabano, etc.

A ferrovia 'by São Paulo Railway'.

A ferrovia ‘by São Paulo Railway’.

A chegada à parte alta da cidade

A cidade se divide em parte alta e parte baixa onde residiam os trabalhadores da rede ferroviária e os ingleses. A parte alta de Paranapiacaba é onde você chega de ônibus, que é a área mais nova da cidade construída por imigrantes portugueses que, ao ver o seu progresso com os ingleses da malha ferroviária, se estabeleceram no local construindo suas residências ao estilo português mais a igreja católica, pois lá na parte baixa não há nenhum templo pois os ingleses são anglicanos (cisão da igreja católica romana) e não tiveram interesse em construí-lo.

Logo na chegada de ônibus avista a Igreja do Senhor Bom Jesus de Paranapiacaba lá no alto

Logo na chegada de ônibus avista da Igreja do Senhor Bom Jesus de Paranapiacaba lá no alto

o interior da igreja

o interior da igreja

Paranapiacaba (01)

Parte alta

Outra rua residencial da parte alta

Outra rua residencial da parte alta

Ladeiras da parte alta que exigem um bom fôlego

Ladeiras da parte alta que exigem um bom fôlego

Outra ladeira da parte alta. Lá no topo, em tempo bom, pode-se avistar a torre de relógio tipo Big Ben de Londres.

Outra ladeira da parte alta. Lá no topo, em tempo bom, pode-se avistar a torre de relógio tipo Big Ben de Londres, que não deu para ver em nenhum ângulo devido ao nevoeiro.

Nevoeira na ruas da parte alta, uma constância

Nevoeiro na ruas da parte alta, uma constância

A ponte metálica que liga a parte alta e a baixa, e que passa sobre a linha ferroviária

A travessia da ponte metálica que liga a parte  alta e a baixa, em dias de nevoeiro é anda para o nada

A travessia da ponte metálica que liga a parte alta e a baixa, em dias de nevoeiro é andar para o nada

Paranapiacaba (51)

A ponte metálica sobre os trilhos

A ponte metálica sobre os trilhos

A linha férrea

A caminho do litoral ou para o interior, ou como pátio de manobras, a linha férrea em Paranapiacaba é um legado inglês, mas somente em material. Os ingleses não deixaram descendentes e todos foram embora após concluídas as obras.  Tal como nas suas colônias pelo mundo, não deixam um povo que se possa chamar “fruto de mistura de raças”, a exemplo dos portugueses, italianos e outras raças.

Paranapiacaba (62)

Operários nos serviços de manutenção

Operários nos serviços de manutenção

Paranapiacaba (67)

A parte alta de Paranapiacaba dos ingleses e dos operários de São Paulo Railway

Paranapiacaba (09)

 

Museu do Castelo 

Essa residência, também denominada de “Castelinho”, fica localizada no alto de uma colina, com uma excelente vista privilegiada para toda a vila ferroviária, foi construída por volta de 1897 para ser a residência do engenheiro-chefe, que gerenciava o tráfego de trens na subida e descida da Serra do Mar, o pátio de manobras, as oficinas e os funcionários residentes na vila. Sua imponência simbolizava a liderança e a hierarquia que os ingleses impuseram a toda a vila; ela é avistada de qualquer ponto de Paranapiacaba. Dizia-se que de suas janelas voltadas para todos os lados de Paranapiacaba, o engenheiro-chefe fiscalizava a vida de seus subordinados, não hesitando em demitir qualquer solteiro que estivesse nas imediações das casas dos funcionários casados.(Wikipedia)

Paranapiacaba (70)

A casa do gerente geral fica no topo do morro podendo ser visualizado de qualquer parte da cidade, como pode assim vigiar os empregados ou dar a sensação de estarem sendo vigiados, mesmo na sua ausência.

Paranapiacaba (28)

Museu do Castelo

o interior do Museu do Castelo

O interior do Museu do Castelo. Cada quarto tem a sua cor, dependendo da sua função e o efeito psicológico que pode provocar nos visitantes e empregados.

Paranapiacaba (26)

Acesso ao Museu Castelo que carece de uma boa reforma nos móveis e no imóvel, com algumas janelas caindo aos pedaços.

Cenas urbanas da Parte Baixa da vila com nevoeiro

Trenzinho de rodas leva para um passeio da parte baixa da vila.

Trenzinho de rodas leva para um passeio na parte baixa da vila.

Andar pelas ruas com nevoeiro não permitia vislumbrar para onde a gente ia.

Andar pelas ruas com nevoeiro não permitia vislumbrar para onde a gente ia, desconhecendo o local.

Paranapiacaba (33)

Os alojamentos para os trabalhadores

Os ferroviários eram divididos pelos ingleses em operários braçais, que por sua vez, em casados e solteiros, e engenheiros. Cada classe tinha uma moradia específica fornecida pela empresa. Obviamente os engenheiros viviam em moradias mais luxuosas em área nobre.

Casas geminadas de quarto em madeira

Os ferroviários que possuíam família, com esposas e filhos, habitavam casas com maior número de cômodos. Eram construídas em madeira e cobertas por folhas de zinco. Esta tipologia era próxima às geminadas duas a duas.(Wikipedia)

Paranapiacaba (29.1)

Paranapiacaba (29)

Casas de solteiros

Características da arquitetura hierarquizada de Paranapiacaba, as casas de solteiros eram conhecidas como barracos. Foram construídas em madeira, exceto duas em alvenaria.Essa tipologia foi criada pela São Paulo Railway, e a Rede Ferroviária Federal deu continuidade, construindo-as em alvenaria. A planta dessas casas possui dormitórios, sanitários e cozinha para pequenas refeições, serviam para alojar o grande fluxo de homens solteiros, que preenchiam as vagas de ferroviários. Havia poucos sanitários e chuveiros, já que os trabalhadores se revezavam em turnos.(Wikipedia)

Paranapiacaba (19)

Paranapiacaba (17)

Paranapiacaba (21)

Antigo mercado

O antigo mercado foi construído em 1899 para abrigar um empório de secos e molhados, e, posteriormente, uma lanchonete. Após muitos anos fechado, foi restaurado pela prefeitura de Santo André e tornou-se um centro multicultural. Com sua posição central privilegiada, permite que os eventos realizados tenham um cenário charmoso na serra.(Wikipedia)

Paranapiacaba (74)

No dia o mercado estava fechado

Museu do Funicular

Trata-se da exibição das máquinas fixas do quinto patamar da segunda linha e a do quarto patamar da primeira linha, que transportavam o trem por meio do sistema funicular. No museu, há, também, a exposição de diversos objetos de uso ferroviário, fotos e fichas funcionais de muitos ex-funcionários da ferrovia.(Wikipedia)

Paranapiacaba (40)

A caminho do Museu do Funicolar

A caminho do Museu do Funicoular. O forte nevoeira impedia visualizar o prédio de longe.

Clube União Lira Serrano

Esse clube é a união da Sociedade Recreativa Lira da Serra e do Serrano Atlético Clube os dois incentivados pela São Paulo Railway. Sua sede foi edificada na década de 1930, época das últimas construções da SPR, como o antigo II Grupo Escolar, ambos localizados na antiga Praça Prudente de Moraes. O prédio em madeira, coberto por telhas francesas, possui um hall de entrada que distribui os acessos. O salão se transformava em quadra de futebol.

No pavimento superior, encontra-se o coro (foyer), que dá acesso à sala de troféus, onde se pode apreciar uma vasta coleção da premiação de futebol e outras atividades esportivas ocorridas no antigo clube – testemunhos da história local. Contam os antigos que os jogadores locais, nas partidas contra visitantes, eram grandemente beneficiados pela espessa neblina que amiúde se abatia sobre o campo, por terem desenvolvido uma espécie de sexto-sentido baseado na audição. (Wikipedia)

Clube União Lira Serrano

Clube União Lira Serrano

o interior do Clube Serrano

o interior do Clube Serrano

A rua do Clube Serrano. As pessoas na foto iam ao clube para fazer fotografias de moda.

A rua do Clube Serrano. As pessoas na foto iam ao clube para fazer sessão de fotos de moda.

Um pouco da história de Paranapiacaba – segundo a Wikipedia

Paranapiacaba é um distrito do município de Santo André, no estado de São Paulo, no Brasil. Surgiu como centro de controle operacional e residência para os funcionários da companhia inglesa de trens São Paulo Railway, companhia esta que operava a estrada de ferro que realizava o transporte de cargas e pessoas do interior paulista para o porto de Santos e vice-versa.

“Paranapiacaba” originou-se do termo tupi paranapiacaba, que significa “lugar de onde se vê o mar”, através da junção de paranã (mar), epiak (ver) e aba (lugar)

Pátio ferroviário, estações e relógio

A São Paulo Railway inaugurou sua linha férrea em 1º de janeiro de 1867. Ela, primeiramente, serviu como transporte de passageiros; também serviu como escoamento da produção de café da província paulista para o porto de Santos. Em 1874, foi inaugurada a Estação do Alto da Serra, que, mais tarde, seria denominada Paranapiacaba.

No ano de 1898, foi erguida uma nova estação com madeira, ferro e telhas francesas trazidos da Inglaterra. Esta estação tinha, como característica principal, o grande relógio fabricado pela Johnny Walker Benson, de Londres, que se destacava no meio da neblina muito comum naquela região.

Com o aumento do volume e peso da carga transportada, foi iniciada em 1896 a duplicação da linha férrea, paralela à primeira, a fim de atender à crescente demanda. Essa nova linha, também denominada de Serra Nova, era formada por 5 planos inclinados e 5 patamares, criando um novo sistema funicular. Os assim chamados novos planos inclinados atravessavam 11 túneis em plena rocha, enfrentando o desnível de 796 metros que se iniciava no sopé da serra, em Piaçagüera, no município de Cubatão. O traçado da ferrovia foi retificado e suavizado e ampliaram-se os edifícios operacionais. A inauguração deu-se em 28 de dezembro de 1901.

A primeira estação foi desativada e reutilizada, posteriormente, como cooperativa dos planos inclinados. A 15 de julho de 1945, a “Estação do Alto da Serra” passa a se denominar “Estação de Paranapiacaba”. A 13 de outubro de 1946, a São Paulo Railway foi encampada pela União, criando-se a “Estrada de Ferro Santos-Jundiaí”. Somente em 1950 a rede passa a unir-se à Rede Ferroviária Federal.

Em 1974, é inaugurada o sistema de cremalheira aderência. No ano de 1977, a segunda estação foi desativada, dando lugar à atual estação. O relógio foi transferido do alto da estação anterior para a base de tijolo de barro atual. A 14 de janeiro de 1981, ocorreu um incêndio na antiga estação, destruindo-a completamente. O sistema funicular foi desativado em 1982. Em 2010, o Correio fez lançamento de selo postal ostentando o patrimônio ferroviário de Paranapiacaba.

clicar para aumentar

clicar para aumentar

Anúncios

5 comentários em “Paranapiacaba, um passeio com nevoeiro e chuvisco

  1. Luis Manuel
    15/08/2014

    Fotos lindíssimas e roteiro muito bem elaborado, tudo de extremo bom gosto. Parabéns !!!!

    • Obrigado Lui. Vê se vai lá um dia por essa aventura de trem. Abraço

      • Alessandro Cunha
        08/02/2016

        Muito interessante esse lugar, manero mesmo! Pretendo um dia visitá-lo. Parece ser meio mal assombrado hehe valeu pela dica!!

  2. Leandro de Andrade
    19/04/2016

    Oi, tudo bem? Você sabe informar se o nevoeiro dura o dia todo?
    Bela postagem!

    • Olá Leandro, naquele dia, durou o tempo todo em que estive lá, de manhã até o meio da tarde. Noutro dia em que fui com tempo bom, foi céu azul até a minha partida. Acho que depende da vontade da nuvem que baixar por lá, rs, mas é o básico de lá. Obrigado pelo comentário, um abraço.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Autoria do blog-magazine

Rogério P. D. Luz, macaense-português de Macau, ex-território português na China, radicado no Brasil por mais de 40 anos. Autor dos sites Projecto Memória Macaense e ImagensDaLuz.

Sobre

O tema do blog é genérico e fala do Brasil, São Paulo, o mundo, e Macau - ex-colônia portuguesa no Sul da China por cerca de 440 anos e devolvida para a China em 20/12/1999, sua história e sua gente.
Escrita: língua portuguesa escrita/falada no Brasil, mas também mistura e publica o português escrito/falado em Portugal, conforme a postagem, e nem sempre de acordo com a nova ortografia, desculpando-se pelos erros gramaticais.

Pesquise por tema e localidade (ordem alfabética)

Últimas 150 postagens

Estatísticas do blog

  • 642,013 hits

Monitoramento de visitas – contagem desde 01/Nov/2011

free counters

Postagens recentes: Fotoblog do Projecto Memória Macaense

O Dia de Portugal na Macau portuguesa de 1973, em vídeo da RTP

O Dia de Portugal na Macau portuguesa de 1973, em vídeo da RTP

Outro vídeo da saudosa Macau sob administração portuguesa nas comemorações do Dia de Portugal em 1973, na época em que o governador era  o general Nobre de Carvalho . Faz parte dos arquivos da RTP Rádio e Televisão Portuguesa que foram disponibilizados ao público no seu aniversário de 70 anos. “Macau, Campo Desportivo 28 de […]

Vídeo ‘Macau 70’ da RTP mata saudades, assista …

Vídeo ‘Macau 70’ da RTP mata saudades, assista …

Viajar ao passado de Macau, dos belos tempos dos anos 60 e 70, é o que nos proporciona o vídeo “Macau 70”, produzido pela RTP Rádio e Televisão Portuguesa. A comemorar 70 anos, a RTP disponibilizou no seu website os arquivos para consulta ‘on-line‘ e Macau está presente numa das suas seções. Na apresentação do […]

As estórias de Margarida Ribeiro ambientadas em Macau e na China

As estórias de Margarida Ribeiro ambientadas em Macau e na China

Acompanhada do macaense Delfino Ribeiro, a escritora madeirense Margarida Ribeiro em 29 de dezembro de 2005  visitou a Casa de Macau de São Paulo no dia da festa de Natal. Na ocasião, quis presentear a comunidade macaense com o seu livro de estórias “A Mui” ambientado na China e em Macau “terra maravilhosa onde a vida tantas vezes confunde […]

%d blogueiros gostam disto: